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Resumo feito pela Susana Andrade, a quem agradecemos.
«A Ordem e o Matrimónio são os dois sacramentos chamados de “Serviço à comunidade”. E porquê o Matrimónio?
Neste sacramento somos chamados a constituir uma comunidade de amor, uma família, através da aliança de amor entre um homem e uma mulher e nela colaborar com Deus na obra da criação. A criação de uma família é a base, as pessoas educam-se na fé!
A constituição de uma família, é o chamamento de Deus a realizar uma missão. Uma missão onde, a célula base de constituir uma família nos faz crescer na Sociedade.
MT 25,14-30 – “… a todo aquele que tem, será dado mais, e terá abundância. Mas ao que não tem, até o que tem lhe será tirado…”
Deus quer ajudar o casal. Só que espera que o deixemos ajudar. O casamento Católico é um compromisso com Deus, mas o benefício desse compromisso é maior, é uma bênção de Deus.
MT 19, 3-9 – “Que não separe o homem o que Deus uniu”.
E quem celebra o matrimonio? São os noivos. Eles é que se entregam e recebem mutuamente e por isso são eles os ministros do próprio casamento. O sacerdote é testemunha.
Este Sacramento leva-nos ao cerne do designo de Deus, um desígnio de comunhão. “Os dois serão uma só carne” (GN 1, 27; 2,24)
O importante, diz o nosso Papa “é manter viva a união com Deus, quando a família reza, o vínculo mantém-se. E o segredo é que o Amor é mais forte do que um momento de litígio, e é por isso que o Santo Padre Francisco nos aconselha: “Não deixes que termine o dia em que discutistes, sem fazer as pazes. Sempre!”
O que é então o casamento?
É um compromisso entre o homem e a mulher, que tem como aspetos fundamentais:
1 – Ser Uno (Monogâmico)
2 – Indissolúvel (vou amar aquela mulher/homem especificamente, para o resto da vida. Para sempre!)
3 – Fecunda (aceito a graça de ter os filhos que Deus quer)
4 – Fiel (amar e ser fiel. “Amar-se mutuamente na fidelidade.”)
Se houver a aceitação destes pressupostos de ambos os esposos de livre e espontânea vontade então não é então possível o divórcio, pois trata-se dum compromisso válido celebrado diante de Deus.
Há casos em que estas condições não foram cumpridas e então não falamos de um divórcio, mas sim de nulidade do casamento porque que não chegou a ser um “verdadeiro compromisso”.
Esses casos requerem a averiguação por um tribunal eclesiástico que fará uma investigação acerca das razões pelas quais se pode invocar a nulidade do matrimónio na sua origem. Sendo declarado nulo, os intervenientes estão aptos para contrair Matrimónio numa outra relação.”
Contudo segundo o Papa Francisco há algo que contribui muito para a vida matrimonial. Trata-se de 3 palavras, que devem existir sempre em casa: Com licença, obrigado e desculpa.
Com três palavras mágicas, a oração e fazer as pazes sempre o Matrimonio irá em frente!»

Resumo feito pelo Hugo Graça, a quem agradecemos.
«Na nossa última secção concluímos a discussão sobre o Sacramento da Reconciliação e abordamos ainda o Sacramento da Unção dos Enfermos.
Reconciliação (continuação)
Para confessar um pecado, o mais importante é que o pecador se sinta arrependido do mal que fez e que tenha fé no Amor de Deus e na Sua Misericórdia. O sacramento da Reconciliação está reservado aos Sacerdotes e Bispos e, em resumo, pode-se dizer que há 5 passos:
Além de ficarmos absolvidos (os nossos pecados perdoados) e recuperar a inteira amizade com Deus, o sacramento da Reconciliação dá-nos forças para resistir às tentações e para a nossa conversão (mudança de vida).
Unção dos Enfermos ou Santa Unção
A Unção dos Enfermos ou Santa Unção (no passado: Extrema Unção) é um dos sacramentos da Cura, que que nos permite ver concretamente a compaixão de Deus pelo homem.
A Unção dos enfermos foi instituído pelo próprio Jesus Cristo que nos ensinou a recorrer à nossa fé, para o encontro do remédio e solução para o nosso sofrimento. Foi atestado por São Tiago: “Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja, e orem sobre ele, ungindo-o com azeite em nome do Senhor. E a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados” Tiago 5, 14-15
Este sacramento, assim como os outros, exige a fé por parte do doente para que tenha efeito, ou seja, o doente deve acreditar que Jesus Cristo o vai ajudar no seu sofrimento e perdoar os seus pecados. Importa realçar que trata-se de um sacramento de doentes e não apenas de pessoas à beira da morte, querendo isto dizer que o sacramento se destina a ajudar o doente a vencer o sofrimento, permite-o aproximar-se de Deus, e Nele, encontrar a coragem para encarar e aceitar a sua doença, podendo encontrar a cura e ser perdoado dos seus pecados.
A celebração deste sacramento é feita pelos padres/bispos e passa por: Saudação inicial, Ato Penitencial; Leitura do Evangelho; Oração dos fiéis; Oração sobre o óleo; Sagrada Unção na testa e mão do doente (enquanto o Sacerdote diz: “Por esta Santa Unção e pela Sua piíssima misericórdia, o Senhor venha em teu auxílio com a graça do Espírito Santo para que, liberto dos teus pecados, Ele te salve e, na Sua Bondade, alivie os teus sofrimentos”); Oração depois da unção e termina com um Pai Nosso e bênção final.
O sinal deste sacramento está na Unção com óleo (benzido pelo Bispo) e nas palavras pronunciadas pelo Padre/bispo durante o ato.
A Unção dos enfermos é o sacramento da salvação da alma e do corpo, isto porque perdoa os pecados e, quando é da vontade de Deus, faz voltar a saúde. Ajuda o doente a entregar-se com confiança nas mãos de Deus e aceitar o seu sofrimento.
Vale relembrar que a unção dos enfermos é uma verdadeira ajuda e não um anúncio de morte e pode ser ministrado mais do que uma vez, sempre que surja uma nova situação de doença grave ou prolongada.»
Resumo feito pela Elsa Mendes, a quem agradecemos.
«Provavelmente a catequese mais discutida em que estive presente foi esta sobre a Reconciliação.
Reconciliar significa restabelecer a amizade com alguém ou, usando um termo mais popular, “fazer as pazes com alguém”.
Pelo Batismo renascemos para a Vida Divina que se mantém em nós desde que os nossos atos sejam compatíveis com essa Vida Divina. A relação entre Deus e o Homem iniciada pelo batismo é, por vezes, quebrada, ou seja perdemos o estado de graça.
A Reconciliação, (também chamada Confissão ou Penitencia), é o sacramento pelo qual somos “curados” do mal que cometemos e readquirimos a Vida Divina. Por isto se diz que a Reconciliação pertence ao conjunto dos sacramentos chamados da cura.
O Pecado é um afastamento de Deus. E que pode assumir várias formas. Há pecados individuais que são da responsabilidade de cada um e pecados coletivos que são da responsabilidade de uma sociedade.
O pecado além de nos afetar a nós também afeta a comunidade da Igreja, pois somos um só corpo em Cristo. Uma analogia: quando temos uma parte do corpo doente, todo o corpo se ressente.
Podemos pecar por pensamentos, palavras, atos e omissões.
O pecado pode ser leve, a que se chama venial. Nesse caso não se perde a ligação com Deus, mas fica enfraquecida.
O pecado pode ser grave, a que se chama mortal. Para existir pecado mortal tem de coexistir 2 condições: haver matéria grave e ter pleno consentimento. Neste caso a nossa alma fica separada Deus, ficamos privados da graça de Deus.
Devemo-nos confessar pelo menos uma vez por ano, ou sempre que tenhamos um pecado mortal. Podemos escolher o sacerdote e o local que mais nos convier.
No Sacramento da Reconciliação há cinco momentos importantes a considerar:
1.Exame de consciência; 2. Arrependimento; 3. Acusação dos pecados; 4. Absolvição (gesto sacramental); 5. Penitencia (satisfação de obra)
A Reconciliação aparece muitas vezes nos livros sagrados, dos quais se pode destacar 2 momentos:
Quando Jesus entrega a Pedro e os apóstolos o poder de perdoar os pecados (Mt 16, 18-19 + Jo 20, 19-23).
A Parábola do filho pródigo (Lc 15, 11-32) que espelha muito bem a Misericórdia de Deus para com todos nós.»

Resumo feito pela Sónia Meireles, a quem agradecemos.
«Nesta sessão foi abordado o Sacramento do Crisma.
“(…) o grande Dom que dá sentido a todos os outros é o Amor. Este é o maior presente do Espírito. Todos os dons que o Espírito Santo concede têm valor à medida que são feitos por amor e no amor”.
O que é o Crisma? Este sacramento também é conhecido por “Sacramento da Confirmação” porque, um dos sinais que nele se usa é a unção com o óleo do crisma. Neste sacramento, celebramos o crescimento e desenvolvimento da Fé desde o batismo tornamo-nos cristãos adultos, “soldados de Cristo”, ao recebermos o Espirito Santo. Aquele que recebe o Espirito Santo como Dom assume o compromisso de fazer a vontade de Deus até ás ultimas consequências.
Espirito Santo– Figura central do sacramento da Confirmação.
Dom do Espirito Santo : Sabedoria, Entendimento, Ciência, Conselho, Fortaleza, Piedade, Temor a Deus.
Idade para a Confirmação– Não existe idade mas, maturidade espiritual. Capacidade de viver para Deus, no Espírito.
Gestos principais do Sacramento da Confirmação:
Os padrinhos? Há um padrinho/madrinha que exerce o papel de testemunha.
Ritual da Confirmação:
Podem aprofundar este tema no nosso guia para os Sacramentos e nas Catequeses do Papa, nos links abaixo.
Resumo feito por Daniela Cruz, a quem agradecemos.
«Na última sessão, abordamos o primeiro Sacramento da Iniciação Cristã, o Baptismo.
Previamente, o que é um Sacramento? “É um encontro pessoal com Jesus Cristo que através dum Sinal nos dá a sua Graça (Auxílio; Perdão; Força; Amor)”.
E o Baptismo? É o primeiro dos Sacramentos da Iniciação Cristã, sendo a porta de entrada na Igreja. A palavra tem origem grega e significa mergulhar repetidamente em água. O Baptismo representa a nossa união com Cristo e simboliza o renascimento para uma nova vida, purificada do pecado. “Em virtude do Baptismo nós tornamo-nos discípulos missionários, chamados a levar o Evangelho ao mundo (cf. Exortação Apostólica Evangelii gaudium, 120)”.
O papel dos Padrinhos (sobretudo no Baptismo das crianças):
O(A) Padrinho/Madrinha têm uma papel muito importante na vida do seu afilhado, pois cabe a estes guia-lo ao longo da sua vida a se encontrar com a sua fé e com Deus. Cabe a estes também e aos pais integra-los na comunidade Cristã e a ensinar-lhes a rezar como Jesus nos ensinou.
Sinais Sacramentais do Baptismo:
Água: É o sinal principal. Simboliza a nova vida e a purificação (morrer para o pecado e renascer para uma nova vida).
Vela / Luz : A Luz de Cristo Ressuscitado (Círio Pascal) que ao acender a vela do baptizado representa a sua união com Jesus Cristo. O baptizado é um iluminado pela Luz de Cristo para saber distinguir o mal (trevas) do bem (luz).
Óleo : Significa a força para lutar e resistir ao pecado (óleo dos catecúmenos) e a escolha para a missão (Profeta, Sacerdote, Pastor/Rei) que lhe é conferida (óleo do crisma). O seu odor significa também o Espírito Santo que é o espírito de Jesus de Nazaré e que passa a inundar o baptizado.
Veste branca: Significa paz, vitória sobre o mal e a pureza (limpo do pecado) que deve conservar pela vida fora.
Efeitos do Baptismo (Graça sacramental):
Pelo Baptismo aderimos a Deus renunciando ao pecado e declarando a nossa Fé em Jesus Cristo. Deus pela sua misericórdia e Amor liberta-nos de todos os nossos pecados e nos dará forças para manter esse estado de pureza pela vida fora.»
Podem aprofundar este tema no nosso guia para os Sacramentos e nas Catequeses do Papa, nos links abaixo.
Esta semana continuamos com o Credo, nomeadamente as ultimas afirmações do Símbolo dos Apóstolos:
Creio na Comunhão dos Santos
Comunhão quer dizer “união” e “possibilidade de comunicação”. Os Santos são todos os que vivem unidos a Deus, na terra ou no Céu. Comunhão dos santos quer dizer que, tal como os ramos de uma árvore estão unidos entre si através do mesmo tronco, assim também todos aqueles que estão unidos a Deus estão unidos entre si como uma grande família, cujos laços permanecem mesmo para além da morte.
Por isso nós aqui na terra, Igreja militante , devemos através da oração zelar pelos nossos irmãos e também pelos que já faleceram, sobretudo o que padecem, a Igreja purgante no purgatório.
Por isso tem sentido dirigirmo-nos e invocarmos um santo (que já faz parte da Igreja triunfante no Céu) para que interceda por nós junto de Deus. Contudo devemos ter cuidado para trocarmos Jesus Cristo pelos santos. Os santos são dedos do corpo a apontar para Cristo, a Cabeça.
Maria tem, entre os santos, um papel e um lugar único, por causa da sua relação estreita com Jesus. Maria é o exemplo máximo de o que ser humano pode alcançar quando se abre a Deus. Por isso, recorremos a ela para que interceda por nós, “para que sejamos dignos da promessas de Cristo”.
Creio na Ressurreição e na Vida Eterna
«Tanto amou Deus o mundo, que lhe entregou o Seu Filho unigénito, a fim de que todo o que crê Nele não se perca mas tenha a vida eterna.» Jo 3,16
Jesus ensinou-nos claramente: existe vida depois da morte. (Mc 12,25; Jo 3,16; Jo 14,2; Lc 14, 15-24). Falou dela como uma grande festa na Casa do Pai para qual todos os homens estão convidados: o “Céu” ou Paraíso. Não é um sítio mas uma situação onde só há amor e comunhão. O Céu já começa aqui na terra mas nunca chega a atingir a sua forma completa. O Céu significa a plena realização pessoal de cada um, a sua felicidade, muito para além de tudo o que pudesse imaginar (1 Cor 2,9).
Mas não podemos afirmar que toda a gente vai necessariamente para o Céu, pois isso seria o mesmo que dizer que Deus obrigava todo e qualquer ser humano à eterna comunhão consigo, quer ele quisesse ou não. Se existe verdadeira liberdade, tem de existir a possibilidade de “Inferno“. Ou seja, o contrário do Ceú: a situação de total ausência de amor e comunhão; no fundo é a solidão voluntária e absoluta. «Opta por aquele estado quem, em presença de Deus, vê claramente o amor e, apesar disso, não o aceita» (Youcat nº53).
A Igreja resume os Novíssimos, os últimos acontecimentos que afetarão cada indivíduo no fim de sua vida: Morte, Juízo, Inferno ou Paraíso. Assim, no final da nossa vida haverá um momento de clarificação: um juízo final , que será a decisão final pessoal pela comunhão (com Deus e os outros) ou de viver de costas voltadas para a comunhão. Deus é incondicionalmente a favor de cada homem e temos em Jesus o nosso Advogado de Defesa. Será possível alguém recusar o Ceú? Não sabemos. Mas podemos perguntar: se nesta vida recusamos a comunhão, busca-la-emos na outra? O mais importante é aproveitar a vida na terra para aprender a amar a Deus e aos outros, superando o nosso comodismo e egoísmo.
Pode acontecer que – no encontro definitivo com Deus – precisemos de mudar alguma coisa para poder participar nessa grande festa: purificar preconceitos e egoísmos, alargar a capacidade de amar. A essa purificação chamamos “purgatório”.
Podem ler mais sobre tema aqui (p.69 a 72) ou aqui (p.42 e 43)
Esta semana fizemos também a introdução aos Sacramentos. Podemos definir um Sacramento como «encontro pessoal com Jesus Cristo, que através de um Sinal visível, nos ifunde eficazmente a Graça de Deus”.
Sobre este tema convido-vos a ler a introdução do nosso guia para os Sacramentos, no link abaixo.
Resumo feito por Luisa Lopes, a quem agradecemos.
«O Credo é “símbolo da fé”, a mesma fé que fez Abraão mudar-se para a Terra Prometida e a mesma fé que sustenta os cristãos perseguidos, sendo pronunciado na Liturgia: O Símbolo dos Apóstolos e o Símbolo Niceno-Constantinopolitano.
Todos os símbolos da Igreja são desdobramentos da fé no Deus trino: o Pai, Criador do mundo, o Filho, o Salvador, através do qual o mundo encontra a redenção e o Espírito Santo, o Santificador, a presença de Deus na Igreja e no mundo.
Creio na Igreja, “templo do Espírito Santo”
A partir do sacramento do Batismo passamos a ser membros da Igreja, sendo Cristo a “cabeça” e nós o “corpo de Cristo”. A igreja é mais do que uma instituição, é a presença de Deus na humanidade, pelo qual a devemos amar sendo vivificada pelos Sacramentos e pelos Dons do Espírito Santo: Fortaleza, Sabedoria, Entendimento, Ciência, Conselho, Piedade, Temor de Deus.
E com a graça desses dons podemos mudar a face da Terra pois ser “templo do Espírito Santo” é estar disponível em corpo e alma a recebê-Lo para que a Sagrada Escritura se torne viva em nós e nos guie com a sua Luz e com a sua Força.
O Espírito Santo é representado como Pomba, o mesmo Espírito de Jesus no Batismo, como Fogo do amor divino, como a Mão de Deus que nos guia e como o Vento que embora não possamos ver, conseguimos sentir.
Creio na Igreja Una: uma única fonte (a Santíssima Trindade), um único modelo (Deus), um único fundador (Jesus Cristo) e, uma só alma (Espírito de Deus) e unida entre si como uma grande comunidade de irmãos, Santa em razão da entrega de Jesus, o Santo, Católica pela sua universalidade na missão de Cristo e Apostólica porque a Igreja foi fundada pelos Apóstolos.
Cada um de nós tem a sua vocação, sendo todas distintas mas de igual importância, seja como leigos, clérigos ou religiosos pois “Assim como o Pai Me enviou, também vos envio a vós” Jo 20, 21.
A busca pela salvação não é individual mas sim em comunhão, sendo a nossa missão como Igreja, proceder como Jesus procederia e fazer com que cresça o Reino de Deus entre os povos: “Ide, fazei discípulos de todas as nações, batizai-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo” Mt 28, 19»
Podem consultar mais sobre o Credo no link abaixo.
Resumo feito por Rodrigo Cipriano, a quem agradecemos.
«Depois da Sua ressurreição, Jesus, aparece aos seus apóstolos dando-lhes muitas provas de que era Ele que ali estava presente. Jesus convive com os seus apóstolos por 40 dias e ao fim desse tempo, durante uma refeição, Ele ordena-lhes que não se afastem de Jerusalém e que esperassem lá o Prometido do Pai, «João batizava em água, mas dentro de pouco tempo, vós sereis batizados no Espírito Santo» – Act 1, 5.
Intrigados os apóstolos pretendem saber se seria naquele momento que Ele restauraria o reino de Israel, ao qual Jesus respondeu-lhes: «“Não vos compete saber os tempos nem os momentos que o Pai fixou com a Sua autoridade. Mas ides receber uma força, a do Espírito Santo, que descerá sobre vós, e sereis Minhas testemunhas em Jerusalém, por toda a Judeia e Samaria, e até aos confins do mundo.” Dito isto, elevou-Se à visto deles e uma nuvem O ocultou aos seus olhos» – Act 1, 7-9.
Dez dias após a Sua ascensão, na festa do Pentecostes (isto é, cinquenta dias após a Páscoa. Dia solene para os judeus. Era a festa das searas e da proclamação da Lei do Sinai) é-lhes enviado, como prometido, o Espírito Santo em forma de línguas de fogo pousando em cima de cada um deles, «Todos ficaram cheios de Espírito Santo e começaram a falar outras línguas […]» – Act 2, 4. Em Babel, o pecado dispersara os homens (Gn 11, 1-9), em Jerusalém, o Espírito Santo congrega os homens na Igreja.
Pedro discursa para os homens da Judeia e a todos os residentes em Jerusalém, começa por comprovar que se cumpriu o que o profeta Joel anunciara: «Nos últimos dias, diz o Senhor, derramarei o Meu Espírito sobre toda a criatura. […] Certamente, sobre os Meus servos e as Minhas servas derramarei o Meu Espírito nesses dias, e eles hão de profetizar» – Act 2, 17-18.
Pedro passa-lhes a informar que o profeta David proclamou, antecipadamente, a Ressurreição de Cristo: «[…] “Não O abandonarás na habitação dos mortos e não permitirás que a sua carne conheça a decomposição”.» – Act 2, 31.
Pedro conclui o seu discurso dizendo: «David não subiu aos Céus. Ele próprio diz: “O senhor disse ao meu Senhor: Senta-Te à minha direita, até Eu pôr os Teus inimigos por escabelo dos Teus pés”.» – Act 2, 34-35, e que toda a casa de Israel fique a saber, que Deus estabeleceu, como Senhor e Messias este Jesus por nós crucificado.
Depois destas palavras a multidão pergunta a Pedro e aos outros Apóstolos o que haveriam de fazer, ao que ele lhes convida ao arrependimento e à remissão dos pecados «[…] “Convertei-vos e peça cada um o Batismo em nome de Jesus Cristo, para remissão dos seus pecados; recebereis, então, o dom do Espírito Santo”» – Act 2, 38.
Os que acolheram a sua palavra foram batizados e naquele dia ficaram agregadas a eles cerca de três mil pessoas.
Jesus Cristo, através do Seu Espírito (Espírito Santo) está Vivo e atuante na Igreja.
«Aproximando-Se deles, Jesus disse-lhes: “Foi-me dado todo o poder do céu e da terra: Ide, pois, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo ensinando-as a cumprir tudo quanto vos tenho mandado. E Eu estarei sempre convosco, até ao fim do mundo”» – Mt 28, 18-20.»
Podem consultar essas passagens bíblicas no link abaixo.

Resumo feito por Tiago Oliveira, a quem agradecemos.
«Recordemo-nos que na ultima passagem da Paixão e Morte de Jesus o seu tumulo foi fechado com uma grande rocha e vigiado por guardas dia e noite.
Ao terceiro dia as mulheres, Maria Madalena e Maria foram visitar o sepulcro. Eis que se deu um grande terramoto e desceu do Céu um anjo do Senhor – vestido de branco e removeu a pedra.
Os guardas fugiram e disse às mulheres o anjo: «Vós não temais, porque sei que procurais a Jesus, que foi crucificado. Ele não está aqui. Ressuscitou como tinha dito. Vinde e vede o lugar onde o Senhor esteve depositado. Ide já dizer aos Seus discípulos que Ele ressuscitou; e eis que vai adiante de vós para a Galileia; lá O vereis. Eis que eu vo-lo disse». Saíram logo do sepulcro com medo e grande alegria e correram para dar a notícia aos discípulos.
Os inimigos de Jesus (entre os quais os sacerdotes) tentam ocultar a ressurreição subornando os guardas para mentir. Esta mentira perdura e entre os Judeus persiste até hoje, não acreditando na ressurreição de Jesus.
Jesus manifestou-se a Maria Madalena, as mulheres que foram ao seplulcro, a Pedro e a dois discípulos a caminho de Emaús, e aos dez apóstolos:
Chegada a tarde daquele mesmo dia, que era o primeiro da semana, e estando fechadas as portas da casa onde os discípulos se encontravam juntos, por medo dos judeus, foi Jesus, colocou-se no meio deles e disse-lhes: «A paz esteja convosco!». Dito isto, mostrou-lhes as mãos e o lado. Os discípulos alegraram-se muito ao ver o Senhor. Ele disse-lhes novamente: «A paz esteja convosco. Assim como o Pai Me enviou, também vos envio a vós». Tendo dito esta palavras, soprou sobre eles e disse-lhes: «Recebei o Espírito Santo. Àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados, àqueles a quem os retiverdes ser-lhes-ão retidos».
Como nos recorda o Papa Francisco: «Jesus Ressuscitado transmitiu à sua Igreja, como primeira tarefa,a sua missão de levar a todos o anúncio do perdão.»
Tomé não estava com os restantes discípulos quando veio Jesus, pelo que não acreditou. Oito dias depois, estavam os discípulos outra vez em casa e Tomé com eles. Veio Jesus, estando as portas fechadas, colocou-Se no meio deles e disse: «A paz esteja convosco». Em seguida disse a Tomé: «Mete aqui o teu dedo e vê as Minhas mãos, aproxima também a tua mão e mete-a no Meu lado; e não sejas incrédulo, mas fiel!».
Mais tarde, junto ao mar de Tiberíades, Jesus apareceu a Simão, Tomé, Pedro e a alguns outros presentes. Com fome e sem terem sorte na pesca, Jesus disse-lhes para atirarem a rede para a direita e quando a puxaram o peso era enorme dada a quantidade de peixe apanhado. Foi esta a terceira vez que Jesus Se manifestou aos discípulos depois de ter ressuscitado dos mortos. Depois de comerem, disse Jesus a Simão Pedro para apascentar os cordeiros e ovelhas de Jesus, ou seja, a todos nós, seus discípulos.»
Podem consultar essas passagens bíblicas no link abaixo.
