Nesta Solenidade de Pentecostes, somos chamados a contemplar o dom do Espírito Santo, derramado em abundância sobre a Igreja nascente e, hoje, novamente dado aos seus membros, como luz e força que os acompanha em todas as situações da vida. Podemos deter-nos numa imagem do Espírito que nos é oferecida pela liturgia de hoje: oContinue a ler “O Espírito Santo abre as portas dos nossos corações”
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Também nós podemos aprender a subir para o Céu
Hoje, em muitos países do mundo, celebra-se a Solenidade da Ascensão do Senhor. A imagem de Jesus que – como diz o texto bíblico (At 1,1-11) –, elevando-se da terra, sobe ao Céu, poderia levar-nos a perceber este Mistério como um acontecimento distante. Contudo, não é assim. Na realidade, estamos unidos a Jesus como osContinue a ler “Também nós podemos aprender a subir para o Céu”
Cristo é o paradigma do verdadeiro amor
Hoje, no Evangelho, escutámos algumas palavras que Jesus dirige aos seus discípulos durante a Última Ceia. Ao fazer do pão e do vinho o sinal vivo do seu amor, Cristo diz: «Se me tendes amor, cumprireis os meus mandamentos» (Jo 14, 15-21). Esta afirmação liberta-nos de um equívoco, ou seja, da ideia de sermos amadosContinue a ler “Cristo é o paradigma do verdadeiro amor”
Tende fé! Eis o segredo
No Tempo Pascal, tal como a Igreja nascente, recordamos as palavras de Jesus que revelam todo o seu significado à luz da sua paixão, morte e ressurreição. O que antes escapava aos discípulos ou lhes causava perturbação, agora ressurge na memória, aquece o coração e dá esperança. O Evangelho proclamado neste domingo introduz-nos no diálogoContinue a ler “Tende fé! Eis o segredo”
Fomos feitos para Deus
Assim, nesta perspectiva, a Liturgia convida-nos a reviver, na Semana Santa que se aproxima, os acontecimentos da Paixão do Senhor – a entrada em Jerusalém, a Última Ceia, o julgamento, a crucificação e o sepultamento – para compreender o seu sentido mais autêntico e abrir-nos ao dom da graça que eles encerram. Na verdade, éContinue a ler “Fomos feitos para Deus”
“Abramos os olhos” para as feridas do mundo
O Evangelho deste quarto domingo da Quaresma narra a cura de um homem cego de nascença (Jo 9, 1-41). Por meio da simbologia deste episódio, o evangelista João fala-nos do mistério da salvação: enquanto estávamos na escuridão e a humanidade caminhava nas trevas (Is 9, 1), Deus enviou o seu Filho como luz do mundo,Continue a ler ““Abramos os olhos” para as feridas do mundo”
Jesus é a resposta de Deus à nossa sede
O diálogo entre Jesus e a samaritana, a cura do cego de nascença e a ressurreição de Lázaro, desde os primeiros séculos da história da Igreja, iluminam o caminho de quem, na Páscoa, receberá o Batismo e dará início a uma nova vida. Estas grandiosas páginas evangélicas, que lemos a partir deste domingo, são oferecidasContinue a ler “Jesus é a resposta de Deus à nossa sede”
O Redentor transfigura as chagas da história
O Evangelho da liturgia de hoje compõe para todos nós uma imagem cheia de luz, narrando a Transfiguração do Senhor (Mt 17, 1-9). Para a representar, o evangelista mergulha o seu pincel na memória dos Apóstolos, pintando Cristo entre Moisés e Elias. O Verbo feito homem está entre a Lei e a Profecia: ele éContinue a ler “O Redentor transfigura as chagas da história”
Silenciemos um pouco os smartphones
Hoje, primeiro domingo da Quaresma, o Evangelho fala-nos de Jesus que, conduzido pelo Espírito, vai para o deserto e é tentado pelo diabo (Mt 4, 1-11). Depois de jejuar durante quarenta dias, sente o peso da sua humanidade: a fome, sob o plano físico, e as tentações do diabo, sob o plano espiritual. Ele experimentaContinue a ler “Silenciemos um pouco os smartphones”
Como é raro encontrar adultos que se arrependem
No início de cada tempo litúrgico, redescobrimos com alegria sempre renovada a graça de ser Igreja, comunidade convocada para escutar a Palavra de Deus. O profeta Joel chegou até nós com a sua voz que tira cada um do seu isolamento e faz da conversão uma urgência, concomitantemente, pessoal e pública: «Reuni o povo, purificaiContinue a ler “Como é raro encontrar adultos que se arrependem”
