Escuta o Papa: 1º Domingo Advento (C)

O Evangelho da Liturgia de hoje, primeiro domingo do Advento, ou seja, o primeiro domingo de preparação para o Natal, fala-nos da vinda do Senhor no final dos tempos. Jesus anuncia eventos desoladores e tribulações, mas precisamente neste momento convida-nos a não ter medo. Porquê? Porque tudo vai correr bem? Não, mas porque Ele virá. […] Ele prometeu-o. […]. Mas como podemos levantar a cabeça, não nos deixamos absorver pelas dificuldades, pelos sofrimentos e pelas derrotas? Jesus indica-nos o caminho com um forte apelo: «Tende cuidado convosco: que os vossos corações não se tornem pesados […]. Velai, orando continuamente» . […]

Das palavras de Cristo vemos que a vigilância está ligada à atenção: estai atentos, vigiai, não vos distraiais, […].  Vigiar significa isto: não permitir que o coração se torne preguiçoso e que a vida espiritual se amoleça na mediocridade. Prestai atenção porque se pode ser “cristãos adormecidos” – e nós sabemos: há muitos cristãos adormecidos, cristãos anestesiados pela mundanidade espiritual – cristãos sem ímpeto espiritual, sem ardor na oração  […]sem entusiasmo pela missão, sem paixão pelo Evangelho. […] 

Precisamos de estar vigilantes para não arrastar os dias no hábito, para não nos sobrecarregarmos – diz Jesus – com as preocupações da vida (cf. v. 34). As preocupações da vida sobrecarregam-nos. Por conseguinte, hoje é uma boa ocasião para nos perguntarmos: o que torna o meu coração pesado? […]. Quais são […] os vícios que me esmagam e me impedem de levantar a cabeça? E em relação aos fardos que pesam sobre os ombros dos irmãos, estou atento ou indiferente? Estas perguntas fazem-nos bem, pois ajudam a proteger o coração da acídia. É um grande inimigo da vida espiritual, também da vida cristã.  A acídia é aquela preguiça que faz precipitar, deslizar na tristeza, que cancela o gosto pela vida e a vontade de fazer. É um espírito negativo, um espírito mau que prende a alma no torpor, roubando-lhe a alegria. […]. 

O segredo para estar vigilante é a oração. Com efeito, Jesus diz: «Velai, orando continuamente» (Lc 21, 36). É a oração que mantém acesa a lâmpada do coração. Especialmente quando sentimos que o entusiasmo se arrefece, a oração reacende-o, porque nos reconduz para Deus, para o centro das coisas. A oração desperta a alma do sono e concentra-a no que é importante, na finalidade da existência. Até nos dias mais movimentados, não negligenciemos a oração. […]. Pensemos no presépio, no Natal, e digamos de coração: “Vinde, Senhor Jesus, vem”. Repitamos esta oração ao longo do dia, e o espírito permanecerá vigilante!

Por favor, não se esqueçam de rezar por mim.

Resumo do texto lido pelo Papa Francisco no Angelus, 28 de novembro de 2021

Noites de conversa na Capela 

Decorreu no passado sábado, 9 de Dezembro, na Capela da semana da Paróquia de Nª Srª da Areosa, o primeiro de um ciclo de encontros denominado “Conversas com Francisco”. Trata-se de um espaço informal de reflexão em torno das mensagens recentes do Santo Padre.

O tema do primeiro encontro “Que a Igreja não seja uma alfândega” permitiu a escuta de excertos duma homilia do Papa (no Mosteiro dos Jerónimos durante as JMJ 2023) e gerou uma participação entusiástica dos presentes.

Numa Igreja que se quer católica (“referente à totalidade”, “universal”), a Paróquia N.ª Sr.ª da Areosa e o FiCA, convidam “todos” os que se queiram juntar no próximo encontro apontado para o dia 20 de janeiro de 2024. A confirmação surgirá nas redes sociais do FICA (Facebook e Instagram).

Entretanto a organização já disponibilizou os conteúdos (vídeos e textos) partilhados no encontro para os que quiserem acompanhar à distância aqui: http://www.formacaocrista.org/conversas

III-01. O Pentecostes e o início da Igreja

No módulo 3, começamos no exato ponto onde terminamos o módulo 2: o que acontece a seguir à Ressurreição de Jesus (com que terminam os evangelhos).

Essa descrição está no livro dos Atos dos Apóstolos, escrito por São Lucas, que é uma continuação do seu evangelho. Durante 40 dias, Jesus Ressuscitado permanece na terra com os seus apóstolos e antes de subir ao céu os instrui a esperarem em Jerusalém para receber um novo tipo de poder que os tornará testemunhos fiéis do Reino de Deus.

50 dias após a Ressurreição, no festival judaico do Pentecostes, estando os apóstolos reunidos, desce sobre eles o Espírito Santo, sob a forma de as línguas de fogo. É bom relembrar que em algumas passagens do Antigo testamento Deus se manifestava sob a forma de fogo (a coluna de fogo que demonstrou a presença de Deus no tabernáculo). Antes a presença de Deus apenas estava reservada aos templos, Lucas sublinha que Deus agora habita no próprio povo, os que seguem Jesus.

Outra manifestação do Espirito Santo, foi que os apóstolos começaram falar em várias línguas, de maneira que todos os israelitas de várias proveniências os entendiam (depois da dispersão dos povos e das línguas em Babel, Deus agora cria harmonia entre todas as nações).

Pedro e os apóstolos testemunhavam a vida de um homem chamado Jesus que havia sido morto pelos romanos e ressuscitado, tornando-se o verdadeiro rei de Israel e do mundo. Baseado nas Escrituras, Pedro explica que isso é o cumprimento do esperado Messias de Israel. Milhares de peregrinos judeus começam a seguir o caminho de Jesus.

Assim, o evangelista destaca a formação de novas comunidade onde as pessoas vendem os seus bens em prol da comunidade, tratam dos pobres, comem suas refeições juntos, rezam juntos. No entanto, também há menção a um episódio de corrupção na comunidade.

Mas o problema maior vem de fora, com a perseguição dos líderes religiosos de Jerusalém que consideraram este movimento com uma perigosa seita religiosa. Quando um dos discípulos, Estevão, pregava às portas do tempo, «os seus adversários escolhem a solução mais mesquinha para aniquilar um ser humano: a calúnia ou falso testemunho» (Papa Francisco). Estevão foi apedrejado à morte, mas antes coloca a sua vida nas mãos do Senhor e morre como o Seu Mestre perdoando: «Senhor, não os condenes por este pecado.»

«O martírio é o supremo testemunho dado em favor da verdade da fé. O mártir dá testemunho de Cristo, morto e ressuscitado, ao qual está unido pela caridade.» (CIC nº 2473)

«Deixai-me ser pasto das feras, pelas quais poderei chegar à posse de Deus.» (Santo Inácio de Antioquia, Epistula ad Romanos)

«Nem todos são chamados ao martírio de sangue, mas todos somos chamados a vivermos cotidianamente o “martírio branco”, que é o “martírio sem derramamento de sangue, em meio às perseguições”» (São João Paulo II, livro “Estou nas mãos de Deus”)

A maioria dos seguidores fugiu para outras regiões, como Samaria, onde viviam seus antigos inimigos. Lucas mostra como essas pessoas inesperadas começaram a seguir Jesus, como um feiticeiro de Samaria que aprendeu a servir aos outros. Pedro, por sua vez, teve uma visão que o levou a perceber que Deus declarava que os não-israelitas eram parte da família de Abraão, e decidiu falar aceitar batizar um centurião romano chamado Cornélio, bem como toda a familia.

Em Jerusalém, Saulo de Tarso era um isralita convicto que tinha como tarefa perseguir os seguidores deste movimento. Aliás ele próprio tinha estado na condenação de Estevão. Mas, após um encontro súbito com Jesus ressuscitado, Saulo se tornou um seguidor fervoroso de Jesus e começou a pregar a “boa nova” em Damasco.

Paulo (nome grego de Saulo) familiarizado com as estradas romanas, percorria várias cidades do Império Romano, deslocava-se à sinagoga local e lá anunciava que Jesus era o Rei Messiânico prometido nas escrituras

Também no mercado, onde fabricava tendas para sustentar suas viagens, ensinava a mensagem de Jesus, o amor como forma de governar. Esta mensagem frequentemente gerava oposição e tumultos, pois a adoração aos deuses mantinha unida a cultura romana e o novo ensinamento poderia ser visto como uma ameaça contra toda a ordem política.

Apesar das dificuldades, as pessoas eram cativadas pela história de Jesus e formavam novas comunidades, onde todos eram tratados como iguais. Essas pessoas viviam em comunidades, cuidavam dos pobres, vivendo como se Jesus fosse o verdadeiro rei.

«Jesus responde à nossa condição humana, tão elevada em dignidade mas ao mesmo tempo tão frágil, com uma presença amorosa que se curva, toma pela mão e levanta.»

«A única vez em que é lícito olhar as pessoas de cima para baixo é quando nos curvamos para ajudá-las a levantar-se.»

“Para a Igreja, cuidar dos doentes não é uma ‘atividade opcional’. É parte integrante de sua missão, como era da missão de Jesus: levar a ternura de Deus à humanidade sofredora.” (Papa Francisco, Angelus, Fevereiro 2021)

Paulo enfrentou muita dor e sofrimento na sua jornada, mas acreditava convictamente na mensagem de Cristo e na transformação que ela poderia proporcionar. Ele tinha um grande desejo de unificar todas as comunidades cristãs, independentemente de suas diferenças.

Numa ocasião, quando a comunidade de Jerusalém estava a sofrer com uma seca e escassez de alimentos, Paulo iniciou um projeto de captação de recursos entre as diversas igrejas que havia iniciado para levar ajuda a Jerusalém.

Isso era pessoal algo de pessoal paraPaulo, pois Jerusalém era onde ele costumava participar do assassinato dos seguidores de Jesus e agora ele podia servi-los. No entanto, sua ida a Jerusalém foi um risco, já que os líderes judeus não gostavam dele e queriam sua morte.

Como esperado, Paulo foi encontrado por seus inimigos e uma multidão se formou tentando matá-lo. Os soldados romanos salvaram sua vida, levando-o em custódia. Os líderes judeus acusaram Paulo de iniciar uma revolta contra Roma, mas não puderam provar.

Então, Paulo foi transferido de uma prisão para outra até que exigiu que seu caso fosse julgado na corte de César em Roma. Ele foi despachado para Roma e colocado sob prisão domiciliar, onde pode hospedar grupos de judeus e não-judeus, compartilhando as boas novas sobre Jesus, o rei ressuscitado. Este movimento era ousado, pois em Roma, o centro do poder, César governava o mundo como rei.

O livro de Actos termina com Lucas a sublinhar um contraste entre os reinos de César e Jesus. Ele deixa a história em aberto de propósito para que seus leitores saibam que a história não acabou e que eles podem participar do reino de Jesus que ainda está se espalhando nos dias de hoje, um TESTEMUNHO de cada vez.

Para aprofundar

Para aprofundar o tema, sugerimos a visualização destas video-aulas que em poucos minutos nos permite ter uma visão mais alargada sobre o tema.

I-07. Os reis na prosperidade: David e Salomão 

O segundo livro de Samuel, apresenta-nos o rei David como o ungido de Deus, sucessor do Rei Saul, a sua ascensão ao trono de Israel, mas também a sua decadência.

Após a morte de Saúl, o povo aclama David como rei do povo de Israel. Durante o seu reinado, une todas as tribos de Israel como uma só nação. Conquista a cidade de Jerusalém, onde estabelece a Capital de Israel. O Rei David também decide fazer da capital a Cidade Santa e, para tal, trouxe a Arca da Aliança para a cidade, que se transforma num sítio de peregrinação e de proximidade entre o povo de Israel e a divindade.  

David pergunta ao profeta Natã se pode edificar um templo para a habitação de Deus. Deus agradeceu e mas prometeu ser a Ele a construir-lhe uma casa, uma dinastia. Ou seja, Deus prometeu que da linhagem real de David viria um futuro Rei (Jesus), para reunir todos os povos na justiça e fraternidade implementando o Reino de Deus.

Em tempo de prosperidade para Israel, o autor sagrado faz questão de sublinhar que no melhor pano cai a nódoa.  Conta-nos como David, a partir de um momento de preguiça procura uma situação de adultério: apaixonou-se pela mulher do seu general Urias, chamada Betsabé que acabou por conceber. David, tentando enconbrir a situação, provoca um mal ainda maior e manda matar Urias. O corajoso profeta Natan denuncia o seu pecado, através de uma parábola .(II Samuel 11 e 12).

O grande rei David demonstra a fragilidade de ser pecador como todos os homens, mas consegue superá-la reconhecendo: “Pequei contra Deus”. A David atribuem-se a maioria dos salmos da Bíblia em particular o salmo 50 em que demonstra a Deus todo o seu arrependimento. Ainda hoje nós os cristãos recitamos esse salmo, pois todos já fomos tentados, pecamos e necessitamos de perdão. 

Deus, misericordioso, perdoa David, mas não apaga as consequências das suas ações. A ruína caiu sobre a descendência de David e o seu reino entra em decadência. David passa a viver em arrependimento e, mesmo nos tempos difíceis, manteve-se fiel ao seu Deus até a morte.

Já no livro dos Reis, conhecemos o Rei Salomão, fruto do casamento entre David e Betsabé, que sucedeu ao seu pai no trono de Israel. Salomão concretiza o desejo do pai e constrói um templo para Deus. Ficou conhecido pela sua grande prosperidade e pela sabedoria que Deus lhe concedeu para liderar Israel.

No entanto, também Salomão vai começar esquecer aalinça com Deus de Israel e com o objetivo de estabelecer alianças políticas, casa-se com centenas de mulheres, filhas de Reis, além disso começa a adorar os seus deuses pagãos. Deixou de agir em harmonia com a sabedoria que Deus lhe concedera e, consumido pela ganância e pelo poder começa a assemelhar-se mais ao Faraó do que ao seu próprio pai.

Depois da morte de Salomão, Israel encontra-se dividida em dois Reino: o Reino do Norte (Israel) cuja capital é Samaria e tem Jeroboão como rei e o Reino do Sul (Judá) cuja capital é Jerusalém e seu Rei é Roboão, filho de Salomão.

Com esta divisão, vieram tempos poucos saudáveis onde os reis e seus súbditos nem sempre se preocuparam em viver de acordo com a aliança que Deus estabelecera com os seus antecessores. Começam a adorar outros deuses e a distanciar-se cada vez mais do Deus único e verdadeiro.

Até que surgem os profetas para reagir contra a falta de fidelidade a Deus e para restaurar a fé.

Objetivo mínimo

Aqui deixamos a sebenta que é utilizada na paróquia há vários anos como ferramenta de apoio às sessões. Sugerimos que cada um(a) tenha como objetivo mínimo ler o capítulo de cada sessão. Aqui fica o PDF da Sessão 07.

Para aprofundar

Para aprofundar o tema de forma lúdica, sugerimos a visualização destes vídeos que em poucos minutos nos dá uma visão bastante enriquecedora sobre o tema.

Nota: Para saber mais sobre a origem dos seguintes vídeos clique AQUI. Estão falados em Português do Brasil. No Youtube está disponível a versão falada em Inglês (com legendas em português).

I-06. A terra prometida e a ambição de um rei 

O povo israelita finalmente chega à Terra Prometida (1200 a.c) guiados por Josué. Mas a sua estadia não foi fácil como nos conta o livro dos Juízes. Seguiram-se dois séculos muito difíceis, entre conquistas territoriais e provações da sua própria fé. Naquele tempo, aquele território era era ocupada pelos cananeus que prestavam culto aos seus ídolos, que os israelitas foram tentados varias vezes a adorar.

Mas de cada vez que o povo se arrepende e se volta para Deus, este não lhe falha e envia-lhe os Juízes, uma espécie de líderes tribais, que apesar de terem alguma falha de carácter, iam liderando os israelitas em vitórias sobre os povos oponentes e a esperança era restaurada. Mas seguiram-se períodos em que a idolatria voltava e começa tudo de novo, repetido por muitos ciclos idênticos. O último dos quais com o conhecido Sansão. Este povo ia sobrevivendo mas faltava fé e liderança espiritual.

O livro de Samuel, começa por nos apresentar um profeta escolhido por Deus para ser a Sua voz junto dos israelitas. Certo dia, os chefes das tribos,  vão ao encontro de Samuel e pediram-lhe um Rei que os governasse. Apesar de Deus perceber que as suas razões eram sobretudo militares políticas , Deus atendeu ao desejo e permite a Samuel sagrar Saúl como o primeiro rei de Israel (1020 – 1000 a.c).

Durante o seu reinado, Saúl acabou por esquecer com o tempo o verdadeiro propósito de ser rei. Contudo, não deixou de ter um papel importante ao unificar as tribos num só povo, criando uma nação. 

Com a morte de Saúl e por escolha do povo, David ocupa o trono (1000 – 961 a.c), o jovem pastor que foi ungido por Samuel e objeto de escolha divina, bem antes de se tornar rei. David tinha a força de Deus com ele e combateu sempre em seu nome. Foi um rei profundamente religioso e conservou até ao fim a sua grande fé. Conquistou Jerusalém, e fez desta capital e Cidade Santa.

Objetivo mínimo

Aqui deixamos a sebenta que é utilizada na paróquia há vários anos como ferramenta de apoio às sessões. Sugerimos que cada um(a) tenha como objetivo mínimo ler o capítulo de cada sessão. Aqui fica o PDF da Sessão 06.

Para aprofundar

Para aprofundar o tema de forma lúdica, sugerimos a visualização destes vídeos que em poucos minutos nos dá uma visão bastante enriquecedora sobre o tema.

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I-05. A aliança de Deus com o Seu povo

A segunda parte do livro do Êxodo (capítulos 19-50), inicia com o povo israelita indignado com Moisés e descrente em Deus, vagueando pelo deserto até se deparar com a montanha de Sinai. Foi neste local que Deus surgiu na forma de uma tempestade violenta de nuvens.

Esta presença revelou-se antagonista ao início da história da Humanidade, onde Deus se assumia próximo do ser humano, no Jardim do Éden. No entanto, o povo de Israel estava a trair essa proximidade, ao ser incrédulo novamente.

Se até ao momento Deus só pedia confiança e fé, neste contacto chamou Moisés ao cimo do Sinai para firmar uma aliança com o povo, mais conhecida como Os Dez Mandamentos, Decálogo (10 palavras de Deus) ou simplesmente as tábuas da Lei.

Deus promete proteger e abençoar este povo, e quer que se tornem os Seus representantes perante todas as nações e povos da Terra. Em troca pede que lhe sejam fiéis e cumprem estas leis:

Êxodo 20, 2-17Deuteronómio 5, 6-21Fórmula do Catecismo
Eu sou o Senhor teu Deus,
Que te tirei da terra do Egipto, dessa casa da escravidão.
Eu sou o Senhor teu Deus,
que te fiz e tirei da terra do Egipto dessa casa da escravidão.
Primeiro: Adorar a Deus e amá-Lo sobre todas as coisas.
Não terás outros deuses perante Mim.
Não farás de ti nenhuma imagem esculpida,
nem figura que existe lá no alto do céu ou cá em baixo na terra ou nas águas debaixo da terra.
Não te prostrarás diante delas nem lhes prestarás culto porque eu, o Senhor teu Deus, sou um Deus cios:
castigo a ofensa dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles que Me ofendem; mas uso de misericórdia até à milésima geração com aqueles que Me amam e guardam os meus mandamentos.
Não terás outros deuses diante de Mim…
Não invocarás em vão o Nome do Senhor teu Deus,
porque o Senhor não deixa sem castigo quem invocar o seu Nome em vão.
Não invocarás em vão o Nome do Senhor teu Deus…Segundo: Não invocar o santo nome de Deus em vão.
Lembra-te do dia do Sábado para o santificar. Durante seis dias trabalharás e farás todos os trabalhos.
Mas o sétimo dia é sábado do Senhor teu Deus.
Não farás nele nenhum trabalho, nem tu, nem teu filho ou tua filha, nem o teu servo nem a tua serva, nem o teu gado, nem o estrangeiro que vive em tua cidade. Porque em seis dias o Senhor fez o céu e a terra,
o mar e tudo o que eles contêm: mas ao sétimo diz descansou. Por isso o Senhor abençoou o dia de sábado e o consagrou.
Guarda o dia do sábado para o santificarTerceiro: Santificar os domingos e festas de guarda.
Honra pai mãe, a fim de prolongares os teus dias
na terra que o Senhor teu Deus te vai dar.
Honra teu pai e tua mãe…Quarto: Honrar pai e mãe (e os outros legítimos superiores).
Não matarás.Não matarás.Quinto: Não matar (nem causar outro dano, no corpo ou na alma, a si mesmo ou ao próximo).
Não cometerás adultério.Não cometerás adultério.Sexto: Guardar castidade nas palavras e nas obras.
Não roubarás.Não roubarás.Sétimo: Não furtar (nem injustamente reter ou danificar os bens do próximo).
Não levantarás falso testemunho contra o teu próximo.Não levantarás falso testemunho contra o teu próximo.Oitavo: Não levantar falsos testemunhos (nem de qualquer outro modo faltar à verdade ou difamar o próximo).
Não cobiçarás a casa do teu próximo.Nono: Guardar castidade nos pensamentos e nos desejos.
Não desejarás a mulher do próximo, nem o seu servo nem a sua serva, o seu boi ou o seu jumento, nem nada que lhe pertença.Não desejarás a mulher do teu próximo;Décimo: Não cobiçar as coisas alheias.
Não cobiçarás … nada que pertença ao teu próximo.
Ligação para Os Dez Mandamentos no Catecismo da Igreja Católica

Depois Jesus veio ensinar (Mt 22, 37-39) que estes mandamentos se podem resumir em dois :

  • Amar a Deus sobre todas as coisas, e ao próximo como a nós mesmos.

No monte Sinai Deus parece assustador ao povo, que aceita os seus termos mas recusa a aproximar-se. Mas Deus quer fazer-se próximo, quer caminhar com o povo e dá instruções a Moisés para construir uma tenda, denominada “Tabernáculo”. Ainda antes de finalizarem esta obra, Moisés depara-se com o povo a quebrar os momentos mandamentos, admirando outro ídolo: o bezerro de ouro.

Deus parecia decidido a castigar o seu povo, acabar com ele, e recomeçar apenas com Moisés. Mas Moisés torna-se um importante mediador junto de Deus nesta aliança, lembrando que este prometera a Abraão restaurar a união e proximidade com o ser humano, dar-lhe a sua bênção e presença.

Deus é misericordioso, poupa o povo de Israel, e enche o Tabernáculo com a sua luz. Ainda assim, nem Moisés lá consegue entrar. A falta de fé de Israel parece ter deixado consequências e Deus vai transmitir a Moisés novos mandamentos (que totalizam mais 600 leis) e uma série de rituais de expiação com o objetivo de permitir a limpeza do coração para que este povo frágil consiga andar na presença do Senhor.

A travessia no deserto prolongou-se durante 40 anos e foi um claro teste à fé do povo. Deus perante a falta de confiança da geração de Moisés, decide castigá-la impedindo-a de ver a chegada à terra prometida. Será apenas a geração seguinte, com o futuro líder Josué, que com a ajuda Deus, lidera o povo de Israel na passagem pelo rio Jordão e na tomada de Jericó. Depositando apenas a fé em Deus conseguirão entrar na terra prometida, ocupada pelos cananeus, um povo cujas práticas erram terrivelmente corruptas aos olhos de Deus.

O período seguinte é de conquista de várias cidades e territórios, que depois foram distribuidos pelas dozes tribos de Israel, que assim virão cumprida a a promessa feita a Abraão.

Objetivo mínimo

Aqui deixamos a sebenta que é utilizada na paróquia há vários anos como ferramenta de apoio às sessões. Sugerimos que cada um(a) tenha como objetivo mínimo ler o capítulo de cada sessão. Aqui fica o PDF da Sessão 05.

Para aprofundar

Para aprofundar o tema de forma lúdica, sugerimos a visualização destes vídeos que em poucos minutos nos dá uma visão bastante enriquecedora sobre o tema.

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I-04. A ida para o Egito e o êxodo 

Nos capítulos finais de Génesis (37 a 50) é relatada a magnífica história de José, uma das mais belas demonstrações do significado do perdão na Bíblia.

José foi o décimo primeiro filho de Jacob, e o primeiro que teve com a mulher que amava, Raquel. Talvez por isso fosse o filho predilecto de Jacob, manifestado na oferta de uma túnica valiosa. Os irmãos tinham-lhe inveja e chegaram mesmo a querer matá-lo. Mas a morte foi-lhe poupada tendo decidido, em vez disso, vendê-lo como escravo.

Já no Egipto, depois de ter ficado prisioneiro injustamente, José vai chegar a administrador do faraó, graças à sua capacidade de interpretar os sonhos. Numa reviravolta, vai ser José a salvar a sua família da fome, tendo-lhes perdoado e assinalado como Deus transformou esse mal num bem que permitiu a salvação do seu povo.

A partir de então Jacob (que agora se chamava Israel) e toda a sua descendência irão viver para o Egito, formando um povo numeroso e próspero durante 4 séculos. É aqui se percebe que a benção de Deus a Abraão começam a chegar a um cumprimento.

Este povo de Deus era tão póspero e numeroso que começou que chega ao poder um Faraó que decide subjugar o povo israelita à escravidão e matar os seus recém-nascidos. para que este povo não prolifere mais.

Os primeiros capítulo do Êxodo(1-18) contam-nos a história de um destes bebés a quem estava destinada a morte: Moisés, escapará numa cesta nas águas do Nilo, sendo adotado pela filha do faraó. Mais tarde, Deus vai-lhe aparecer numa misteriosa sarça ardente e apesar da reninitência de Moisés., Deus vai incubi-lo de uma grande missão: libertar o seu povo do Egipto.

Moisés acaba por ir até ao encontro de Faraó e explica-lhe que o Deus de Abraão, Isaac e Jacob, pede que o Seu povo seja libertado. O Faraó não só rejeitou, como também passou a escravizar ainda mais o povo de Israel. Deus, perante a dureza do coração do Faraó, permite que seja assolado por 10 pragas sucessivas esperando que o Faraó reconsiderasse.

1ª Sangue; 2ª Rãs; 3ª Mosquitos 4ª Moscas; 5ª Gado; 6ª Chagas; 7ª Granizo; 8ª Gafanhotos; 9ª Escuridão;

Tal não acontece, e na última das 10 pragas Deus decide replicar o que o Faraó havia feito ao povo israelita: a morte dos filhos primogénitos. Mas Deus, dá a Moisés uma saída para os israelitas ficarem a salvo: cada família do Seu povo deve matar um cordeiro e com o sangue dele passar pelas portas e janelas de cada casa e comer esse cordeiro assado, festejando assim a Páscoa do Senhor.

Quando o Faraó chora a morte do seu filho, concede a Moisés que o povo israelita saia em liberdade. Após a partida, em desespero arrepende-se, e reúne o exercito para perseguir os israelitas . Deus de forma milagrosa providencia que as águas do mar vermelho se apartem para o Seu povo passar a pé enxuto até ao deserto, e de imediato as águas retomam o seu nível afogando o exército do Faraó que vinha no encalço. O povo ao ver isto decide cantar um cântico de louvor ao seu Deus que o salvou.

Moisés e o povo começam uma travessia pelo deserto onde esperam chegar à terra prometida. no deserto surgem as dificuldades de falta de água e alimento, o povo começa a reclamar com o Deus de Moisés (já não é o seu Deus) chegando ao cúmulo de dizer que preferiam voltar para escravidão do Egito. Deus, atravém da mediação paciente de Moisés, vai sempre providenciar tudo ao Seu povo (água, o maná e as perdizes).

Esta travessia prolongou-se durante 40 anos e foi um claro teste à fé do povo. Deus perante a falta de confiança sa geração de Moisés, decide castigá-la impedindo-a de ver a chegada à terra prometida. Será apenas a geração seguinte, com o futuro líder Josué, que apenas com a ajuda Deus conseguirão entrar na terra prometida, ocupada pelos cananeus, um povo cujas práticas erram terrivelmente corruptas aos olhos de Deus.

Objetivo mínimo

Aqui deixamos a sebenta que é utilizada na paróquia há vários anos como ferramenta de apoio às sessões. Sugerimos que cada um(a) tenha como objetivo mínimo ler o capítulo de cada sessão. Aqui fica o PDF da Sessão 04.

Para aprofundar

Para aprofundar o tema de forma lúdica, sugerimos a visualização destes vídeos que em poucos minutos nos dão uma visão bastante enriquecedora sobre o tema.

Nota: Para saber mais sobre a origem dos seguintes vídeos clique AQUI . Estão falados em Português do Brasil. No Youtube está disponível a versão falada em Inglês (com legendas em português).

São Martinho, 11 Nov

São Martinho de Tours, padroeiro de França, Hungria, e Buenos Aires

  • Nascimento: cerca de 316, na antiga Panónia (província do Império Romano), atual Hungria.
  • Falecimento: 08/11/397 em Candes; foi sepultado a 11/11/397 em Tours (França), data em que se passou a celebrar a sua memória.
  • Filho de um comandante romano, cresceu em Itália, no seio de uma família pagã.
  • Com apenas 12 anos, já atraído pelo cristianismo, queria ser asceta e retirar-se para o deserto. Mas um edito imperial obrigou-o a alistar-se aos 15 anos e acabou num quartel na Gália.
  • Como membro da guarda imperial, era muito requisitado para as rondas noturnas. Numa delas, durante o inverno do ano 335, Martinho deparou-se, a cavalo, com um mendigo despido. Movido de compaixão, tirou seu manto, cortou-o em duas partes e deu a metade ao pobre. 
  • Na noite seguinte, Jesus apareceu-lhe em sonho, usando a metade do manto, dizendo aos anjos: “Este aqui é Martinho, o soldado romano não batizado: ele me cobriu com seu manto”.
  • O sonho impressionou o jovem soldado. Frequentou a preparação dos catecúmenos (os que se preparam para o Batismo) e na festa da Páscoa seguinte foi batizado. Teria por volta dos 20 anos.
  • Logo que pôde, ao ser dispensado do exército, foi ter com Santo Hilário, bispo de Poitiers, tornou-se discípulo dele. Hilário ordenou-o e deu-lhe permissão para fundar um mosteiro perto de Tours.
  • Vivendo uma vida austera, o ex-soldado tornou-se pobre como desejava. Rezava e pregava a fé católica em terras francesas, onde ficou conhecido pelos seus milagres, o que atraía multidões.
  • Os cristãos de Tours, tendo ficado sem Pastor, aclamaram-no seu Bispo em 371. Martinho aceitou, mas com seu estilo próprio de vida: não quis viver como príncipe da Igreja, para que as pessoas – pobres, presos e enfermos – continuassem a encontrar abrigo sob seu manto.
  • Assim, foi viver na periferia dos muros da cidade, no mosteiro de Marmoutier, o mais antigo da França. Dezenas de monges o seguiram, muitos deles pertenciam à casta nobre.
  • Como bispo, Martinho dedicou-se à evangelização no meio rural, à formação do clero e ao combate à influência pagã na Igreja, em particular ao gnosticismo.
  • Foi o primeiro Santo não mártir a receber culto oficial da Igreja e tornou-se um dos Santos mais populares da Europa medieval.

Ajude-nos, São Martinho, a compreender que só através de um compromisso comum de partilha é possível responder ao grande desafio do nosso tempo: isto é, de construir um mundo de paz e de justiça, no qual cada homem possa viver com dignidade.

Bento XVI, 11 de novembro de 2007

Curiosidades:

  • “Verão de São Martinho”: O povo acredita que, na véspera e no dia das comemorações, o tempo melhora e o sol aparece, como recompensa ao gesto do Santo que repartiu o seu agasalho com um pobre. A esta data associa-se também a celebração do Magusto, uma festa popular com castanhas e água-pé.
  • “Capela”: Depois da sua morte, a meia capa de São Martinho foi colocada numa urna e um pequeno santuário foi construído para preservá-la, que também serviria de local de culto. Como em latim “meia capa” se diz “capela”, costumava-se dizer: “Vamos rezar onde está a capela”. Assim se popularizou a palavra “capela” que passou a designar pequenos locais de oração.

I-03. Deus escolhe uma família

Neste encontro falamos sobre a segunda parte do livro do Génesis (do capítulo 12 até ao 25). Depois da espiral negativa em que a humanidade foi caindo, Deus tem um projeto para resgatá-la para a bondade inicial do jardim do Éden. Esse projeto começa com a interpelação de Deus a um homem, Abraão, e a promessa de bençãos à sua descendência que será “numerosa como as estrelas”. Abraão vai manter a fé em Deus apesar das dificuldades e até da lógica humana: Sara que era estéril vai dar à luz o seu filho Isaac.

Isaac e Rebeca vão ter dois filhos: Esaú e Jacob. Jacob, apesar de ser o mais novo, vai conseguir (de forma pouco ortodoxa) recolher a benção de Isaac para continuar esta família. Serão doze os seus filhos, dos quais sairão as doze tribos de Israel.

Objetivo mínimo

Aqui deixamos a sebenta com a Sessão 03. Esta sebenta é utilizada na paróquia há vários anos, como ferramenta de apoio às sessões. Sugerimos que cada um(a) tenha como objetivo mínimo ler o capítulo de cada sessão.

Entretanto esta semana deixei aqui uma cronologia resumo de toda a história do Antigo testamento: é um caminho de quase 2000 anos que começa em Abraão e que culminará com a chegada do Messias. (fonte Bíblia Youcat)

Para aprofundar

Para aprofundar o tema de forma lúdica, sugerimos a visualização deste vídeo que em poucos minutos nos dá uma visão bastante enriquecedora sobre o tema.

Nota 1: Para saber mais sobre a origem dos vídeos clique AQUI

Nota 2: Os 2 vídeos que se seguem têm o mesmo conteúdo, mas em línguas diferentes: Português do Brasil e Inglês (com legendas em português)

I-02. A Criação e a Queda

Na segunda sessão, iniciamos o percurso pelo Antigo Testamento, abordando o primeiro livro da Bíblia, cujo nome “Génesis” significa “Origem”. Este livro tem duas partes distintas:

  • Capítulos 1-11: a origem da humanidade, em que os personagens principais são Adão e Noé
  • Capítulos 12-50: a origem do povo de Deus, em que os personagens principais são Abraão, Isaac e Jacob (chamados de Patriarcas do povo judeu)

Esta sessão centra-se na primeira parte, em que o autor sagrado se preocupa a responder a duas questões fundamentais:

As respostas que, muitos de nós, procuramos sobre “Quando?” e “Como?” não podem ser encontradas nesse livro da Bíblia, cuja competência é (apenas) teológica. Para encontrar respostas com competência científico-natural, recorremos às ciências naturais.

Sobre esta aparente dicotomia entre fé e ciência, o Youcat esclarece que “não existem contradições insolúveis entre fé e ciência, porque não pode haver verdades duplas”. Além disso, é possível “aceitar a [Teoria da] Evolução e simultaneamente crer no Criador”, porque “a Fé está aberta ao conhecimento e à hipóteses das ciências naturais”.

Voltando aos primeiros capítulos do Génesis (1-11), o seu conteúdo pode ser resumido como as “primeiras etapas da Revelação de Deus”. Deus criou o universo, os seres vivos e os animais com ordem e harmonia e por último criou o homem e da mulher ” à Sua imagem e semelhança”. Deus manifesta-se desde o princípio aos nossos primeiros pais, representados por Adão e Eva, e convida-os a uma comunhão íntima com Ele.

Entretanto, surge a serpente como representação de Satanás, anjo que se havia separado de Deus e do Céu e que agora investe para que as outras criaturas também percam a Deus. Assim surge a queda da humanidade, que designamos por Pecado Original.

A consequência desta queda, é que o homem passa a viver em conflito interior. É a chamada concupiscência, ou seja, esse desejo que nos inclina ao mal. O ser humano passa a encontrar dificuldades para corresponder à vontade de Deus (por vezes percebemos que fazer a vontade de Deus é uma verdadeira luta!). Outra consequência do pecado original é que o sofrimento também passou a fazer parte da vida humana.

Mas, apesar da queda, Deus não desiste da humanidade e promete a salvação para a descendência de Eva (versículo 15 do Capítulo 3). É o chamado proto-evangelho, ou seja, a primeira boa nova dada por Deus.

A descendência que a Bíblia faz questão de demostrar pela sucessão das gerações, irá estar ligada a Maria, Mãe de Cristo, que muitos santos Padres e Doutores da Igreja veem como «nova Eva».

Como diz Santo Ireneu: “o nó da desobediência de Eva foi desatado pela obediência de Maria; e aquilo que a virgem Eva atou, com a sua incredulidade, desatou-o a Virgem Maria com a sua fé“; e, continua a comparação afirmando: “a morte veio por Eva, a vida veio por Maria“. (CIC nº 494). São Paulo também contribui para esse paralelismo: “Com efeito, tal como em Adão todos morrem, assim também em Cristo todos serão restituídos à vida.” (Cor 15, 22)

Os capítulos seguintes do Génesis relatam vários episódios, cujo fio condutor é demonstração a decadência da humanidade.

É aí que Deus decide “lavar” a humanidade com o dilúvio, após o qual, vai estabelecer com Noé uma aliança entre Ele e todos os seres vivos. Essa primeira aliança é representada pelo arco-íris.

Nos capítulos seguintes iremos perceber que tendência do homem para o mal parece não mudar…

Objetivo mínimo

Para terminar, deixamos aqui a sebenta com a Sessão 02. Esta sebenta é utilizada na paróquia há vários anos, como ferramenta de apoio às sessões. Sugerimos que cada um(a) tenha como objetivo mínimo ler o capítulo de cada sessão.

Para aprofundar

Para aprofundar o tema de forma lúdica, sugerimos a visualização deste vídeo que em poucos minutos nos dá uma visão bastante enriquecedora sobre o tema.

Nota 1: Para saber mais sobre a origem dos vídeos clique AQUI

Nota 2: Os 2 vídeos que se seguem têm o mesmo conteúdo, mas em línguas diferentes: Português do Brasil e Inglês (com legendas em português)

Desafio extra

Apenas para quem quiser, fica o desafio para, depois de ver o vídeo, tentar resumir um pequeno parágrafo que responda às seguintes perguntas. Bom trabalho!

  • Em que consiste a escolha que os humanos têm a fazer, que é representada pela tentação de comer o fruto proibido?