Sessão 22 – 29 Mar

Resumo feito pela Márcia Xavier, a quem agradecemos.

«Jesus foi preso, depois da última ceia, onde anunciou que Pedro o negaria 3 vezes e que um deles o trairia, Judas. Jesus foi levado a casa de Caifás, Sumo Sacerdote, onde os escribas e os anciões se tinham reunido para o julgar. Foi então condenado a pena de morte, injustamente.

Depois de ser julgado pelo poder religioso Jesus foi levado a julgamento Civil por Pilatos, que não vendo culpa nele mandou-o para Herodes por Jesus ser Galileu, e este remeteu-o novamente a Pilatos que ordenou que Jesus fosse flagelado. Jesus foi flagelado e foi-lhe colocada uma coroa de espinhos. Depois de flagelado Pilatos tentou libertar Jesus, mas o povo preferiu Barrabás, um criminoso e assassino. Pilatos lavou então as suas mãos e entregou Jesus ao povo para que fosse crucificado.

Um certo Simão de Cirene ajudou Jesus a levar a Cruz. Jesus foi crucificado entre dois ladrões, tendo um deles se arrependido e pedido que Jesus intercedesse por ele ao Pai. «Pai, em tuas mãos entrego o Meu Espírito», foram as palavras proferidas por Jesus antes de morrer.

José, um homem bom e justo, que fazia parte do sinédrio e não concordava com a determinação dos outros, foi ter com Pilatos pediu o corpo de Jesus e depositou-o num sepulcro aberto na rocha, no qual ninguém ainda tinha sido sepultado. Não satisfeitos, os Fariseus selaram o sepulcro e colocaram lá guardas, a fim de garantir que Jesus não ressuscitasse como tinha dito.»

Podem consultar essas passagens bíblicas no link abaixo.

Crucifixão, 1873, Eduard Karl Franz von Gebhardt

Sessão 21 – 22 Mar

Resumo feito por Tiago Oliveira, a quem agradecemos.

«A Páscoa era a celebração do povo judeu da passagem da escravatura para a liberdade na altura de Moisés. A chegada de Jesus a Jerusalém era expectada pelos discípulos como o assumir de um grande Rei de Israel.

O povo veio aclamá-lo como salvador de Israel. O que aconteceu foi uma entrada num jumento de forma muito simples, cumprindo as escrituras. A realeza de Jesus, filho de Deus será através da morte na Cruz pelos pecados de todos os povos do mundo e não para a libertação do povo de Israel. Jesus é o cordeiro de Deus (Agnus Dei), que irá  morrer na cruz uma semana mais tarde, e será abandonado pelo povo que O aclamou antes.

Os Fariseus e líderes religiosos mais uma vez foram criticados por Jesus pela desvirtualização da fé, expulsando os vendedores do templo: “A Minha casa é casa de oração; e vós fizestes dela um covil de ladrões”.

Jesus manda preparar a ceia Pascal aos seus discípulos (sabendo que seria a última), cumprindo a tradição Judaica. A lavagem dos pés foi o primeiro passo e não foi compreendida pelos discípulos, que queriam ser eles a servir Jesus; mas Jesus serviu a todos. Já nessa altura Jesus sabia que o demónio tinha corrompido um dos seus irmãos, Judas. A lavagem de pés sublinha a doutrina cristã do serviço aos outros e também a necessidade da limpeza dos pecados, a que podemos recorrer no sacramento da confissão.

Jesus institui a Eucaristia e ensina como O devemos lembrar e honrar – “fazei isto em memória de Mim”. Primeiro o pão que é partido em prol de todos, ou seja, é verdadeiramente o corpo de Jesus que se entrega por nós sempre que se celebra a Missa. Depois o vinho, o sangue de Jesus, sinal da nova Aliança da salvação querida por Deus para a toda a humanidade. Enquanto comiam, Jesus anuncia que um dos seus irmãos o irá trair e entregar. “Amai-vos uns aos outros, nisto conhecerão que sois meus discípulos” ensina Jesus novamente.

Após interrogação de Pedro sobre o que irá acontecer a Jesus, Pedro afirma que daria a vida por Ele; ao qual responde Jesus “em breve me negarás três vezes”. É importante refletir que, mais tarde, Judas e Pedro tiveram reações diferentes ao pecado. Judas não lidou com o pecado e em desespero enforca-se. Pedro, chora e pede perdão – devemos aprender com Pedro e confessar e pedir perdão dos nossos pecados.

Depois vai para o monte das Oliveiras para se preparar, para a morte. Pediu a Deus Pai, para o ajudar, mas acata a vontade do Pai:  “ não se faça, contudo, a Minha vontade, mas a Tua». Jesus no momento mais difícil, apoia-se na força da oração, que nos livra do Mal e nos ajuda a manter no caminho de Deus.»

Podem consultar essas passagens bíblicas no link abaixo.

Sessão 20 – 15 Mar

Resumo feito por Susana Andrade, a quem agradecemos.

«Jesus sabia que ia sofrer, contudo disse: “Não vos vou deixar órfãos.” Dando dessa forma o Espírito Santo, isto é, Sinais de graça, para nos dar graça e força em diferentes momentos da vida: os sete Sacramentos. Sacramentos de iniciação cristã – o Batismo, o Crisma ou confirmação (receção do Espírito Santo) e a Eucaristia ou Comunhão. Sacramento de Cura – a confissão ou reconciliação e a santa unção (unção dos doentes). Sacramentos de Serviço – a Ordem ou Sacerdócio e o Matrimonio ou Casamento. São estes os gestos de salvação e amor de Deus.

A doutrina de Jesus era exigente: “se queres entrar na vida eterna, guarda os mandamentos” dizia Jesus a um jovem rico. Para isso, e depois de questionado pelo jovem, Jesus disse: “vende o que tens e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; depois vem e segue-Me”. É por isso difícil um rico entrar no reino dos céus. Se o nosso coração estiver “apegado” a outras coisas que não a Deus é impossível. “Aos homens é impossível, mas a Deus tudo é possível”.

Também alguns discípulos O abandonaram, mesmo depois de Jesus lhes dizer: “Quem come a Minha carne e bebe o Meu sangue tem vida eterna, e Eu o ressuscitarei no último dia”. As palavras de Jesus eram por isso Espírito e vida. Dizia Jesus aos seus discípulos: “É o espírito que vivifica”. Já Pedro e Simão, sem hesitar diziam que as palavras de Jesus eram de vida eterna. “Nós acreditamos e sabemos que tu és o Santo Deus”. Embora Jesus acrescenta “ninguém pode vir a Mim se não lhe for concedido por Meu Pai.” Mas Jesus fez também uma premonição, falando de Judas, um dos doze escolhidos por ele: “Um de vós é um demónio”.

A oposição à pessoa de Jesus Cristo torna-se feroz entre o poder religioso, sacerdotes, doutores da lei, escribas e fariseus. Estes tentam apanhar Jesus em contradição com a Lei para condena-Lo e para leva-Lo à morte. Então Jesus pede cautela aos seus discípulos: “Porque não compreendeis que não foi a respeito do pão que vos disse: Acautelai-vos do fermento dos fariseus e dos saduceus?” Também os fariseus provocaram Jesus a respeito do matrimónio: “Porque mandou Moisés” replicaram eles, “dar o homem à sua mulher libero de repúdio e separar-se?” Jesus conclui que contra a dureza dos seus corações “[…] todo aquele que repudiar sua mulher, a não ser por causa de união ilegítima, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com uma repudiada, comete adultério”. Continuando a perseguição, alguém questionou Jesus sobre César, ao que Jesus lhes diz: “Dai, pois, a Cesar o que é de Cesar e a Deus o que é de Deus”.

Contudo, o ódio a Jesus aumenta e desencadeia uma conspiração. A conspiração dos judeus, que não aceitam a doutrina de Jesus, que veio para todos: estrangeiros, pobres, pecadores, os excluídos da sociedade. Dá-se na Páscoa, a festa que relembra a libertação do povo judaico e que é marcada com a traição de Judas. “Vós sabeis que daqui a dois dias será celebrada a Páscoa e o filho do Homem será entregue para ser crucificado.” Foi então que os sacerdotes e escribas conspiram contra Jesus, onde em conselho encontraram os meios de prenderem e mais tarde de O matarem depois de passada a festa: “não se faça isto durante a festa, para que não suceda levantar-se algum tumulto entre o povo”. Dá-se então a traição de Judas, por trinta moedas de prata, “eu vo-Lo entregarei”.»

Podem consultar essas passagens bíblicas no link abaixo.

Jesus e o Jovem Rico, 1889, Heinrich Hofmann

Sessão 19 – 8 Mar

Resumo feito por Elsa Mendes, a quem agradecemos.

«Jesus Cristo escolheu Simão para Chefe da Igreja, a quem passou a chamar de Pedro (a pedra, a fundação). A partir de Pedro passou-se a edificar a Igreja católica, a palavra de Cristo. Daí a importância destas palavras: “E Eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a Minha Igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Eu te darei as chaves do Reino dos Céus; e tudo o que ligares sobre a terra, será ligado também nos Céus, e tudo o que desatares sobre a terra, será desatado também nos Céus”. Desde a nomeação de Pedro, a ligação continuou através de todos os Papas nomeados até hoje.

Jesus anuncia Várias vezes a Sua Paixão, Morte e Ressurreição. Ou seja, os discípulos foram avisados de tudo o que iria acontecer, e nada podia ser feito para alterar o percurso da humilhação a que Ele próprio ia ser submetido. Jesus avisa os discípulos que também eles, poderiam ser perseguidos, correr riscos de vida, e serem mortos, mas essa era a vontade de seu Pai:” Não é o discípulo mais que o mestre”.

No entanto, para enfrentar tamanhas dificuldades, Jesus dá esperança, diz que “Não vos deixarei órfãos” e promete-lhes o Consolador (O Espírito Santo). Durante o seu ministério, Jesus foi instituindo os sacramentos, ou seja sinais da infusão da Sua graça em nós, em diferentes momentos da nossa vida.

Focamo-nos nos três sacramentos da iniciação cristã da Igreja Católica: o Batismo, a Eucaristia e o Crisma. O baptismo é um acto de adesão à vida de um discípulo de Cristo. Mas aqui, geralmente somos muito pequenos e e alguém se compromete por nós. A Confirmação, é um sacramento em que o cristão recebe, através da ação do bispo, uma unção e a imposição das mãos, invocando o Espírito Santo. Aqui somos adultos pelo que é uma decisão pensada, uma adesão mais firme à fé.

Relembro as palavras do Santo Padre, que reitera a importância de sempre recordarmos de nosso Batismo:

“Nós nascemos duas vezes: a primeira à vida natural, a segunda, graças ao encontro com Cristo, na fonte batismal. Ali somos mortos para a morte, para viver como filhos de Deus neste mundo. Ali nos tornamos humanos como nunca poderíamos ter imaginado. Eis porque todos devemos espalhar a fragrância do Crisma com o qual fomos marcados no dia do nosso Batismo. Em nós vive e opera o Espírito de Jesus, o primogênito de muitos irmãos, de todos aqueles que se opõem a inevitabilidade das trevas e da morte”.»

Podem consultar essas passagens bíblicas no link abaixo.

Cristo entregando as chaves a S.Pedro, 1482, Pietro Perugino

Sessão 18 – 1 Mar

Resumo feito por Clésio Fumo, a quem agradecemos.

«Jesus vai-nos mostrando que o Seu maior desejo e empenho é de fazer a vontade do Pai (Jo 5, 30). Enquanto cristãos, devemos sujeitar a nossa vontade à vontade do Pai e perguntar: qual a vontade de Deus para mim, como devo servir? Então seremos bem-sucedidos em tudo o que fizermos.

Jesus começa a preparar os Seus discípulos para a missão que lhes vai entregar.

Numa ocasião, Jesus subiu a um monte com alguns dos discípulos, Pedro, Tiago e João. Ali eles testemunharam a transfiguração do Senhor, num corpo glorioso, como que antevendo a vida gloriosa do Céu. Uma forte luz os cercou e Moisés e Elias apareceram. Ali estavam os representantes da Lei e dos profetas e a nova a graça que se inicia com Cristo. Uma nuvem de glória os envolveu e a voz de Deus Pai bradou dizendo: “Este é o meu Filho muito amado em Quem pus toda a Minha complacência. Ouvi-O!” (Mateus 17, 1-13). Ou seja, a voz de autoridade pertence a Jesus, a Quem devemos seguir.

Noutro episódio Jesus ensina-nos a força da oração (Lc 11, 9-13), animando a ser perseverantes porque o Pai do Céu nos ouve. “Também eu vos digo: Pedi e vos será dado; buscai e achareis; batei e vos será aberto. Pois todo o que pede, recebe; o que busca, acha; e ao que bate, se abrirá. Quem de vós, sendo pai, se o filho lhe pedir um peixe, em vez do peixe lhe dará uma serpente? Ou ainda, se pedir um ovo, lhe dará um escorpião? Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar coisas boas aos vossos filhos, quanto mais o Pai do Céu dará o Espírito Santo aos que o pedirem!”

Jesus ensina-nos a ter fé na oração porque: “o vosso Pai sabe do que precisais, antes de vós o pedirdes. Vós, portanto, orai assim: Pai Nosso que estás nos céus, santificado seja o teu nome…” (Mt 6, 8-9).  Dessa forma, o próprio Cristo ensina a principal oração dos cristãos, o Pai Nosso, que nos acompanha desde o início da fé cristã e faz parte das vidas de todos nós, que seguimos o verdadeiro Deus.»

Podem consultar essas passagens bíblicas no link abaixo.

A transfiguração, Rafael Sanzio, 1517-20

Sessão 17 – 23 Fev

Resumo feito por Neida Matavele, a quem agradecemos.

«Jesus conta-nos a história de um pai sensível, aberto, generoso. O pai não é rancoroso, não é inacessível, ele ouve, e se preocupa com seus filhos. Ele é perdoador, e sente a falta de um dos seus filhos. Um filho que decidiu começar uma vida egoísta longe de sua família.

“E, quando ainda estava longe, viu-o seu pai, e se moveu de íntima compaixão”.

O pai viu o seu filho ainda longe, porque certamente todos os dias olhava o caminho da entrada de sua fazenda, na esperança de ver o seu filho retornar para casa. Um pai que ama o seu filho nunca perde a esperança de reencontrá-lo. E este é certamente o sentimento que Deus tem quando nós nos esquecemos que temos sempre alguém que cuida de nós sempre, independentemente das dificuldades que a passamos.

Deus tem controle completo de todas as coisas é fiel e providencia tudo o que precisamos.

Deus convida-nos a reconhecer os nossos pecados e a ser bons de espírito, mostra-nos que somos todos pecadores e que não basta termos uma aparência boa se não tivermos um coração sábio, não basta preocuparmo-nos com nós próprios, se não nos preocupamos com o nosso próximo. Ele não dá o que nos queremos, mas sim o que necessitamos.

“Buscai, pois, em primeiro lugar, o Reino de Deus e a Sua justiça, e todas estas coisas vos serão dadas por acréscimo.”

Deus, com a sua grandeza e compaixão acolhe os pecadores e liberta-os dos seus pecados mostrando-nos o quão grande é o seu amor por nós, e por mais pecadores que sejamos ele perdoa os nossos pecados.

“Eu também não te condeno, vai e não peques” foi a frase dita por Jesus à mulher adúltera, que nos explica que Deus acolhe o pecador de braços abertos, convidando-o à conversão e sempre deixará as portas escancaradas para nós, cabe a cada um de nós entrar por essa porta e seguir a Jesus.»

Podem consultar essas passagens bíblicas no link abaixo.

O regresso do filho pródigo, 1667-70, Bartolomé Esteban Murillo 

Sessão 16 – 16 Fev

Resumo feito por Márcia Xavier, a quem agradecemos.

«Jesus não faz aquilo que é a sua vontade, mas sim a vontade de quem o enviou (Deus). Quem crê em Deus alcançará a felicidade e a vida eterna. Com o exemplo da multiplicação dos pães (falado na sessão passada) podemos ver que para realizar milagres Jesus precisa que nós façamos a nossa parte, crer nele e Naquele que o enviou.

Jesus explica o Reino do Céus através de parábolas como “A Parábola do Filho Pródigo- Lc 15, 11-32”, “A Parábola dos Talentos- Mt 25, 14-30” e a “Parábola do Bom Samaritano- Lc 10, 25-37“.

Falamos também do Sermão da Montanha que é basicamente um conjunto de Bem-aventuranças baseadas na Fé, no Amor, na Caridade e na Humildade.»

Podem consultar essas passagens bíblicas no link abaixo.

O Sermão da Montanha, Fra Angelico, 1443

Sessão 15 – 9 Fev

Resumo feito por Patrícia Fernandes, a quem agradecemos.

«Após ser batizado pelo seu primo, João Baptista, Jesus embarca na jornada para a qual foi destinado: a instauração do reino de Deus na terra. No âmbito deste desígnio, Jesus encontra os seus primeiros discípulos, nomeadamente: Simão (Pedro) e André, Tiago e João, Filipe e Natanael. Tanto Simão e André como Tiago e João eram irmãos e pescadores e, ao aproximar-se deles, Jesus apela que o sigam, de modo a que passem a pescar Homens e não peixes. Sem hesitação, seguiram-no, evidenciando assim que, para seguir Jesus devemos abdicar de velhos hábitos. Natanael foi mais cético, mas por fim segue Jesus juntamente com os outros. Dado isto, Jesus realiza os seus primeiros milagres: a transformação da água em vinho (no episódio das bodas de Canã), a cura dos dois cegos (face a sua fé em Jesus), ressuscita Lázaro e a filha de Jairo e ainda multiplica cinco pães que saciaram a fome de cinco mil homens.»

Podem consultar essas passagens bíblicas no link abaixo.

A ressurreição de Lázaro, 1857, Léon Bonnat

Sessão 14 – 1 Fev

Resumo feito pela Ana Maria Costelha, a quem agradecemos.

«Neste Domingo falamos do Filho de Deus, anunciação, nascimento e infância.

Maria e José, escolhidos por Deus para na Terra serem Pais de seu Filho concebido pelo Espírito Santo, depois de ouvirem o Anjo anunciar o nascimento de Jesus, vergaram-se com humildade na sua condição de servos e exultaram de alegria à vontade de Deus.

Durante a gestação José e Maria foram recensear-se em Belém, eis que o dia do seu nascimento chegou e numa cabana nasceu o Deus Menino envolvido em panos e recostado numa manjedoura, radiando de luz Divina ao Mundo. O Anjo apareceu e anunciou com grande alegria aos Pastores o nascimento do Filho do Espírito Santo de Deus, estes foram ver e voltaram espalhando o acontecimento pelo Povo, glorificando e louvando a Deus.

Passaram oito dias o Menino foi circuncidado e deram o nome de Jesus. Foram a Jerusalém e no Templo foi consagrado ao Senhor. No Templo encontrava-se Simeão e Ana, criaturas de Deus com elevado espírito de bondade, lealdade e entrega, quando viram Jesus bendisseram a Deus por terem conhecido e recebido o Salvador do Mundo.

Jesus iluminado pelo seu Pai Divino e orientado pelos seus Pais Maria e José, foi crescendo e com 12 anos viajou com a Família a Jerusalém pela Páscoa, ficando no Templo rodeado de Doutores, a sua inteligência nas respostas deixaram todos incrédulos. Os Pais notando a sua ausência na viagem voltaram para o encontrar, quando Maria observou ele fez saber que estava na casa do Pai.

“Foi na 1ª Apresentação do Templo, que Jesus com a sua Sabedoria, Graça e Submissão começou a dar a conhecer a todos o que o Pai Divino esperava dele, do Jesus Nazareno o Rei dos Judeus”»

Podem consultar essas passagens bíblicas no link abaixo.

Rembrandt, A oração de Simeão no Templo, 1631