Regresso a Jerusalém
Esdras e Neemias
O anúncio do Messias no Antigo Testamento – algumas profecias listadas AQUI
Regresso a Jerusalém
Esdras e Neemias
O anúncio do Messias no Antigo Testamento – algumas profecias listadas AQUI
Daniel
Exilio
Profetas
Jeremias
Ezequiel e a deportação para a Babilónia
Profetas
Reino do Norte – Amós
Reino dol Sul – Isaías
Resumo feito pelo Hugo Graça, a quem agradecemos.
«No passado domingo falamos essencialmente sobre o 2º livro de Samuel que nos conta o percurso do Rei de David, sucessor do Rei Saul, desde a sua ascensão ao trono de Israel até a sua decadência. Falamos também sobre o Reino de Salomão assim como a divisão do reino de Israel, já do 1º livro dos Reis.
David foi ungido e sagrado por Samuel como Rei de todo o povo de Israel. Durante o seu reinado, une todas as tribos de Israel como uma só nação. Conquista a cidade de Jerusalém, onde estabelece a Capital de Israel. O Rei David também decide fazer da capital a Cidade Santa e, para tal, trouxe a Arca da Aliança para a cidade, que se transforma num sítio de peregrinação e de proximidade entre o povo de Israel e a divindade.
David pergunta se pode edificar um templo para a habitação de Deus, mas Deus agradeceu e prometeu construir-lhe uma dinastia. Através do profeta Natã, Deus prometeu que da linhagem real de David viria um futuro Rei (Jesus), para reunir todos os povos na justiça e fraternidade com o Reino de Deus.
No meio da prosperidade, David comete um erro fatal ao apaixonar-se, envolver e engravidar a Betsabé, esposa de um general (Urias). Para encobrir o que fez, David faz com que Urias seja morto durante uma batalha e casa-se com Betsabé. David é confrontado pelo profeta Natã sobre o erro que cometera e, imediatamente, reconhece que pecou contra Deus, arrepende-se e pede perdão.
Deus, misericordioso, perdoa David, mas não apaga as consequências das suas ações. A ruína caiu sobre a descendência de David e o seu reino entra em decadência. David passa a viver em arrependimento e, mesmo nos tempos difíceis, manteve-se fiel ao seu Deus até a morte.
O Rei Salomão, fruto do casamento entre David e Betsabé, sucedeu o seu pai no trono de Israel. Salomão concretiza o desejo do pai e constrói um templo para Deus. Ficou conhecido pela sua grande prosperidade e pela sabedoria divina com que liderou o seu povo.
Com o objetivo de estabelecer alianças políticas, Salomão casa-se com centenas de mulheres, filhas de Reis, e começa a adorar os seus deuses. Deixou de agir em harmonia com a sabedoria que Deus lhe concedera e, consumido pela ganância e desejo pelo poder começa a assemelhar-se mais ao Faraó do que ao seu próprio pai.
Depois da morte de Salomão, Israel encontra-se dividida em dois Reino: o Reino do Norte (Israel) cuja capital é Samaria e tem Jeroboão como rei e o Reino do Sul (Judá) cuja capital é Jerusalém e seu Rei é Roboão, filho de Salomão.
Com esta divisão, vieram tempos poucos saudáveis onde os reis e seus súbditos nem sempre se preocuparam em viver de acordo com a aliança que Deus estabelecera com os seus antecessores. Começam a adorar outros deuses e a distanciar-se cada vez mais do Deus único e verdadeiro.
Até que surgem os profetas para reagir contra a falta de fidelidade a Deus e restaurar a fé…»
Para aprofundar vejam a Sebenta (capítulos 8.2, 8.3 e início do 9) e os vídeos de resumo.
Resumo feito pela Daniela Cruz, a quem agradecemos.
«No último Domingo, abordamos o livro dos Juízes e a primeira metade do livro de Samuel.
O povo hebreu finalmente chega à Terra Prometida (1200 a.c), guiados por Josué. Mas a sua estadia não foi fácil. Seguiram-se dois séculos muito difíceis, entre conquistas territoriais e provações da sua própria fé. Naquele tempo, a Terra era ocupada pelos Cananeus que prestavam culto aos seus ídolos. Ídolos estes, que os israelitas foram tentados varias vezes a adorar.
Mas Deus, não abandona o seu povo. Sabendo que estes precisavam de orientação e de ser novamente encaminhados a tomar as melhores decisões, deu-lhes os juízes (chefes) que trouxeram esperança e conseguiram restituir um pouco da fé religiosa. Apesar de grandes vitórias e conquistas árduas, a vida era dura para o povo de Israel e os seus oponentes eram fortes.
Certo dia, os chefes das tribos, vão ao encontro de Samuel, um profeta através do qual Deus comunicava a sua vontade, e pediram-lhe um Rei que os governasse. Atendendo ao desejo do povo e ao querer de Deus, Samuel sagrou o primeiro rei de Israel, Saúl (1020 – 1000 a.c).
Durante o seu reinado, Saúl acabou por esquecer com o tempo o verdadeiro propósito de ser rei. Contudo, não deixou de ter um papel importante ao unificar as tribos num só povo, criando uma nação.
Com a morte de Saúl e por escolha do povo, David ocupa o trono (1000 – 961 a.c), o jovem pastor que foi ungido por Samuel e objeto de escolha divina, bem antes de se tornar rei. David tinha a força de Deus com ele e combateu sempre em seu nome. Foi um rei profundamente religioso e conservou até ao fim a sua grande fé. Conquistou Jerusalém, e fez desta capital e Cidade Santa.»
Para aprofundar vejam os capítulos 7, 8.1 e 8.2 da Sebenta e os vídeos de resumo.

Resumo feito por Flávio Laranjeira. Obrigado!
«Este domingo na nossa sessão continuamos a abordar “A Aliança de Deus com o seu Povo”, dando seguimento ao livro Êxodo e fazendo uma ponte para a sua segunda parte e final.
No capítulo 19, o povo hebreu estava indignado e descrente em Moisés, vagueando pelo deserto até se deparar com a montanha de Sinai. Foi neste local que Deus surgiu na forma de uma tempestade violenta de nuvens.
Esta presença revelou-se antagonista ao início da história da Humanidade, onde Deus se assumia próximo do ser humano, no Jardim do Éden. No entanto, o povo de Israel traiu esta proximidade várias vezes e estava novamente a ser incrédulo.
Se até ao momento Deus só pedia confiança e fé, neste contacto exigiu ao seu povo que cumprisse uma série de leis, mais conhecidas como Os Dez Mandamentos e ao cumprirem estas leis, se tornem representantes de Deus para todas as restantes nações e povos da Terra.
Deus revela-se assustador para o seu povo, que aceita os seus termos, mas recusa aproximar-se. Para estar mais próximo, pede ao seu povo que construa uma tenda, denominada “Tabernáculo”. Ainda antes de finalizarem esta obra, Moisés depara-se com o grupo a quebrar os mandamentos, admirando outro ídolo.
Deus estava pronto a castigar o seu povo, acabar com ele, e recomeçar apenas com Moisés.
Moisés torna-se um importante mediador de Deus nesta aliança, lembrando que este prometera a Abraão restaurar a união e proximidade com o ser humano, dar-lhe a sua bênção e presença.
Como se Deus precisasse de ser relembrado… mantém-se fiel à sua promessa e ao seu povo.
Deus é misericordioso, poupa o povo de Israel, e enche o Tabernáculo com a sua luz. Ainda assim, nem Moisés lá consegue entrar. O povo continuou a sua marcha até alcançar as fronteiras da terra de Canaã. Foi aí que morreu Moisés, não chegando a ver a terra prometida.
Surge então Josué como profeta que lidera o povo de Israel na passagem pelo rio Jordão e na tomada de Jericó, usando apenas a fé em Deus.»
Vejam o capítulo 6 da Sebenta e um destes vídeos resumo.
Este resumo foi feito por Rodrigo Cipriano. Bem haja!
«Nesta sessão de domingo continuámos com o livro Êxodo, até ao capítulo 18, que descreve a história de Moisés, da sua relação com Deus e a salvação do povo hebreu.
O Faraó decide subjugar o povo israelita à escravidão e matar os seus recém-nascidos. Um destes, Moisés, escapará numa cesta nas águas do Nilo, sendo adotado pela filha do Faraó. Mais tarde, Deus vai-lhe aparecer numa misteriosa sarça ardente e incumbi-lo de uma grande missão: libertar o seu povo.
Moisés vai ao encontro de Faraó a pedido do seu Deus e explicar-lhe que o Deus do povo hebreu, Deus de Abraão, Isaac e Jacob, pede que o Seu povo seja libertado para puder fazer uma viagem de 3 dias pelo deserto para que possa oferecer sacrifícios ao Seu Senhor. Faraó não só rejeitou, como também passou a escravizar ainda mais o povo de Israel.
Então, Deus, com o Seu pedido negado promete libertar 10 pragas sobre o povo egípcio e sobre a família do Faraó.
1ª – Praga de Sangue; 2ª – Praga das rãs; 3ª – Praga dos Mosquitos 4ª – Praga das Moscas; 5ª – Praga sobre Gado; 6ª – Praga das Chagas; 7ª – Praga do Granizo; 8ª – Praga dos Gafanhotos; 9ª – Praga da escuridão; 10ª – A morte dos filhos Primogénitos
Para a realização da última praga prometida, Deus, através de Moisés, informa que todos do povo hebreu devem matar um cordeiro e com o sangue dele passar pelas portas e janelas de cada casa e comer esse cordeiro assado, festejando assim a Páscoa do Senhor.
Finalizadas as 10 pragas prometidas, o povo hebreu é libertado e consegue atravessar o mar vermelho a pé, parando no deserto. Moisés acampa com o seu povo numa terra onde passarão meses com a promessa de chegar à terra prometida. Esta estadia indeterminada é um teste à fé do povo, que louvou a Deus quando Este o libertou da escravidão e que agora que apenas comiam Maná duvidavam das intenções deste Deus de Moisés.»
Vejam os capítulos 5 e 6 da Sebenta e um destes vídeos resumo.
No último domingo aprofundamos a última parte do Génesis (capítulos 37 a 50), que relata a magnífica história de José, uma das mais belas demonstrações do significado do perdão na Bíblia.
José foi o décimo primeiro filho de Jacob, e o primeiro que teve com a mulher que amava, Raquel. Talvez por isso fosse o filho predilecto de Jacob, manifestado na oferta de uma túnica valiosa. Os irmãos tinham-lhe inveja e chegaram mesmo a querer matá-lo. Mas a morte foi-lhe poupada tendo decidido, em vez disso, vendê-lo como escravo.
Já no Egipto, depois de ter ficado prisioneiro injustamente, José vai chegar a administrador do faraó, graças à sua capacidade de interpretar os sonhos. Numa reviravolta, vai ser José a salvar a sua família da fome, tendo-lhes perdoado e assinalado como Deus transformou esse mal num bem que permitiu a salvação do seu povo.
A partir de então Jacob e a sua descendência irá viver para o Egito, formando um povo numeroso e próspero durante 4 séculos. Até que chega ao poder um Faraó que decide subjugar o povo israelita à escravidão e matar os seus recém-nascidos. Um destes, Moisés, escapará numa cesta nas águas do Nilo, sendo adotado pela filha do faraó. Mais tarde, Deus vai-lhe aparecer numa misteriosa sarça ardente e incubi-lo de uma grande missão: libertar o seu povo.
Vejam o capítulo 4 e o início do 5 da Sebenta e o vídeo que, embora um pouco longo, conta a história completa de José.
Neste domingo falamos sobre a segunda parte do livro do Génesis (do capítulo 12 até ao 25). Depois da espiral negativa em que a humanidade foi caindo, Deus tem um projeto para resgatá-la para a bondade inicial do jardim do Éden. Esse projeto começa com a interpelação de Deus a um homem, Abraão, e a promessa de bençãos à sua descendência que será “numerosa como as estrelas”. Abraão vai manter a fé em Deus apesar das dificuldades e até da lógica humana: Sara que era estéril vai dar à luz o seu filho Isaac.
Isaac e Rebeca vão ter dois filhos: Esaú e Jacob. Jacob, apesar de ser o mais novo, vai conseguir (de forma pouco ortodoxa) recolher a benção de Isaac para continuar esta família. Serão doze os seus filhos, dos quais sairão as doze tribos de Israel.

Vejam o capítulo 3 da Sebenta e os vídeos que resumem bem estas passagens.
PS: Entretanto esta semana deixei-vos uma cronologia resumo de toda a história do Antigo testamento: é um caminho de quase 2000 anos que começa em Abraão e que culminará com a chegada do Messias. (fonte Bíblia Youcat)