Sessão 32 – 21 jun

Resumo feito pela Susana Andrade, a quem agradecemos.

«A Ordem e o Matrimónio são os dois sacramentos chamados de “Serviço à comunidade”. E porquê o Matrimónio?

Neste sacramento somos chamados a constituir uma comunidade de amor, uma família, através da aliança de amor entre um homem e uma mulher e nela colaborar com Deus na obra da criação. A criação de uma família é a base, as pessoas educam-se na fé!

A constituição de uma família, é o chamamento de Deus a realizar uma missão. Uma missão onde, a célula base de constituir uma família nos faz crescer na Sociedade.

MT 25,14-30 – “… a todo aquele que tem, será dado mais, e terá abundância. Mas ao que não tem, até o que tem lhe será tirado…”

Deus quer ajudar o casal. Só que espera que o deixemos ajudar. O casamento Católico é um compromisso com Deus, mas o benefício desse compromisso é maior, é uma bênção de Deus.

MT 19, 3-9 – “Que não separe o homem o que Deus uniu”.

E quem celebra o matrimonio? São os noivos. Eles é que se entregam e recebem mutuamente e por isso são eles os ministros do próprio casamento. O sacerdote é testemunha. 

Este Sacramento leva-nos ao cerne do designo de Deus, um desígnio de comunhão. “Os dois serão uma só carne” (GN 1, 27; 2,24)

O importante, diz o nosso Papa “é manter viva a união com Deus, quando a família reza, o vínculo mantém-se. E o segredo é que o Amor é mais forte do que um momento de litígio, e é por isso que o Santo Padre Francisco nos aconselha: “Não deixes que termine o dia em que discutistes, sem fazer as pazes. Sempre!”

O que é então o casamento?

É um compromisso entre o homem e a mulher, que tem como aspetos fundamentais:

1 – Ser Uno (Monogâmico)

2 – Indissolúvel (vou amar aquela mulher/homem especificamente, para o resto da vida. Para sempre!)

3 – Fecunda (aceito a graça de ter os filhos que Deus quer)

4 – Fiel (amar e ser fiel. “Amar-se mutuamente na fidelidade.”)

Se houver a aceitação destes pressupostos de ambos os esposos de livre e espontânea vontade então não é então possível o divórcio, pois trata-se dum compromisso válido celebrado diante de Deus.

Há casos em que estas condições não foram cumpridas e então não falamos de um divórcio, mas sim de nulidade do casamento porque que não chegou a ser um “verdadeiro compromisso”.

Esses casos requerem a averiguação por um tribunal eclesiástico que fará uma investigação acerca das razões pelas quais se pode invocar a nulidade do matrimónio na sua origem. Sendo declarado nulo, os intervenientes estão aptos para contrair Matrimónio numa outra relação.”

Contudo segundo o Papa Francisco há algo que contribui muito para a vida matrimonial. Trata-se de 3 palavras, que devem existir sempre em casa: Com licença, obrigado e desculpa.

Com três palavras mágicas, a oração e fazer as pazes sempre o Matrimonio irá em frente!»

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