Sessão 30 – 7 Jun

Resumo feito pela Elsa Mendes, a quem agradecemos.

«Provavelmente a catequese mais discutida em que estive presente foi esta sobre a Reconciliação.

Reconciliar significa restabelecer a amizade com alguém ou, usando um termo mais popular, “fazer as pazes com alguém”.

Pelo Batismo renascemos para a Vida Divina que se mantém em nós desde que os nossos atos sejam compatíveis com essa Vida Divina. A relação entre Deus e o Homem iniciada pelo batismo é, por vezes, quebrada, ou seja perdemos o estado de graça.

A Reconciliação, (também chamada Confissão ou Penitencia), é o sacramento pelo qual somos “curados” do mal que cometemos e readquirimos a Vida Divina. Por isto se diz que a Reconciliação pertence ao conjunto dos sacramentos chamados da cura.

O Pecado é um afastamento de Deus. E que pode assumir várias formas. Há pecados individuais que são da responsabilidade de cada um e pecados coletivos que são da responsabilidade de uma sociedade.

O pecado além de nos afetar a nós também afeta a comunidade da Igreja, pois somos um só corpo em Cristo. Uma analogia: quando temos uma parte do corpo doente, todo o corpo se ressente.

Podemos pecar por pensamentos, palavras, atos e omissões.

O pecado pode ser leve, a que se chama venial. Nesse caso não se perde a ligação com Deus, mas fica enfraquecida.

O pecado pode ser grave, a que se chama mortal. Para existir pecado mortal tem de coexistir 2 condições: haver matéria grave e ter pleno consentimento. Neste caso a nossa alma fica separada Deus, ficamos privados da graça de Deus.

Devemo-nos confessar pelo menos uma vez por ano, ou sempre que tenhamos um pecado mortal. Podemos escolher o sacerdote e o local que mais nos convier.

No Sacramento da Reconciliação há cinco momentos importantes a considerar:

1.Exame de consciência; 2. Arrependimento; 3. Acusação dos pecados; 4. Absolvição (gesto sacramental); 5. Penitencia (satisfação de obra)

A Reconciliação aparece muitas vezes nos livros sagrados, dos quais se pode destacar 2 momentos:

Quando Jesus entrega a Pedro e os apóstolos o poder de perdoar os pecados (Mt 16, 18-19 + Jo 20, 19-23).

A Parábola do filho pródigo (Lc 15, 11-32) que espelha muito bem a  Misericórdia de Deus para com todos nós.»

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