Sessão 19 – 8 Mar

Resumo feito por Elsa Mendes, a quem agradecemos.

«Jesus Cristo escolheu Simão para Chefe da Igreja, a quem passou a chamar de Pedro (a pedra, a fundação). A partir de Pedro passou-se a edificar a Igreja católica, a palavra de Cristo. Daí a importância destas palavras: “E Eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a Minha Igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Eu te darei as chaves do Reino dos Céus; e tudo o que ligares sobre a terra, será ligado também nos Céus, e tudo o que desatares sobre a terra, será desatado também nos Céus”. Desde a nomeação de Pedro, a ligação continuou através de todos os Papas nomeados até hoje.

Jesus anuncia Várias vezes a Sua Paixão, Morte e Ressurreição. Ou seja, os discípulos foram avisados de tudo o que iria acontecer, e nada podia ser feito para alterar o percurso da humilhação a que Ele próprio ia ser submetido. Jesus avisa os discípulos que também eles, poderiam ser perseguidos, correr riscos de vida, e serem mortos, mas essa era a vontade de seu Pai:” Não é o discípulo mais que o mestre”.

No entanto, para enfrentar tamanhas dificuldades, Jesus dá esperança, diz que “Não vos deixarei órfãos” e promete-lhes o Consolador (O Espírito Santo). Durante o seu ministério, Jesus foi instituindo os sacramentos, ou seja sinais da infusão da Sua graça em nós, em diferentes momentos da nossa vida.

Focamo-nos nos três sacramentos da iniciação cristã da Igreja Católica: o Batismo, a Eucaristia e o Crisma. O baptismo é um acto de adesão à vida de um discípulo de Cristo. Mas aqui, geralmente somos muito pequenos e e alguém se compromete por nós. A Confirmação, é um sacramento em que o cristão recebe, através da ação do bispo, uma unção e a imposição das mãos, invocando o Espírito Santo. Aqui somos adultos pelo que é uma decisão pensada, uma adesão mais firme à fé.

Relembro as palavras do Santo Padre, que reitera a importância de sempre recordarmos de nosso Batismo:

“Nós nascemos duas vezes: a primeira à vida natural, a segunda, graças ao encontro com Cristo, na fonte batismal. Ali somos mortos para a morte, para viver como filhos de Deus neste mundo. Ali nos tornamos humanos como nunca poderíamos ter imaginado. Eis porque todos devemos espalhar a fragrância do Crisma com o qual fomos marcados no dia do nosso Batismo. Em nós vive e opera o Espírito de Jesus, o primogênito de muitos irmãos, de todos aqueles que se opõem a inevitabilidade das trevas e da morte”.»

Podem consultar essas passagens bíblicas no link abaixo.

Cristo entregando as chaves a S.Pedro, 1482, Pietro Perugino

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