Resumo feito por Neida Matavele, a quem agradecemos.
«Jesus conta-nos a história de um pai sensível, aberto, generoso. O pai não é rancoroso, não é inacessível, ele ouve, e se preocupa com seus filhos. Ele é perdoador, e sente a falta de um dos seus filhos. Um filho que decidiu começar uma vida egoísta longe de sua família.
“E, quando ainda estava longe, viu-o seu pai, e se moveu de íntima compaixão”.
O pai viu o seu filho ainda longe, porque certamente todos os dias olhava o caminho da entrada de sua fazenda, na esperança de ver o seu filho retornar para casa. Um pai que ama o seu filho nunca perde a esperança de reencontrá-lo. E este é certamente o sentimento que Deus tem quando nós nos esquecemos que temos sempre alguém que cuida de nós sempre, independentemente das dificuldades que a passamos.
Deus tem controle completo de todas as coisas é fiel e providencia tudo o que precisamos.
Deus convida-nos a reconhecer os nossos pecados e a ser bons de espírito, mostra-nos que somos todos pecadores e que não basta termos uma aparência boa se não tivermos um coração sábio, não basta preocuparmo-nos com nós próprios, se não nos preocupamos com o nosso próximo. Ele não dá o que nos queremos, mas sim o que necessitamos.
“Buscai, pois, em primeiro lugar, o Reino de Deus e a Sua justiça, e todas estas coisas vos serão dadas por acréscimo.”
Deus, com a sua grandeza e compaixão acolhe os pecadores e liberta-os dos seus pecados mostrando-nos o quão grande é o seu amor por nós, e por mais pecadores que sejamos ele perdoa os nossos pecados.
“Eu também não te condeno, vai e não peques” foi a frase dita por Jesus à mulher adúltera, que nos explica que Deus acolhe o pecador de braços abertos, convidando-o à conversão e sempre deixará as portas escancaradas para nós, cabe a cada um de nós entrar por essa porta e seguir a Jesus.»
Podem consultar essas passagens bíblicas no link abaixo.

